GUSTAVO H. B. FRANCO

Criada em 16/12/1999

                                    Modificada 30 de setembro de 2015

  

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ORGANIZAÇÃO DO SITE

O material contido neste site está organizado em blocos temáticos (cada qual com sub tópicos) conforme a listagem abaixo, exceto pelas seções referentes a:

1. NOVIDADES, que destacam novos itens, ou velhos itens recentemente adicionados, todos, não obstante, sempre incluídos imediatamente em seu bloco temático.

2. TEMAS, conforme tópicos específicos, matérias de discussão recente, veja a lista logo abaixo.

3. NOVOS LIVROS ou capítulos de livros, com suas respectivas resenhas e comentários

4. POLÊMICAS onde estão diálogos diversos, com vários economistas sobre os mais diversos assuntos.

Como o mesmo artigo cabe em diferentes títulos, não hesite em usar a ferramenta de busca acima.

Veja um site da revista Epoca com todos os artigos ali publicados; clique no logo.

Época

 

BLOCOS TEMÁTICOS

seta17.gif (173 bytes) ARGENTINA
seta17.gif (173 bytes) BANCO CENTRAL: documentos e artigos
seta17.gif (173 bytes) CÂMBIO: política cambial, aspectos regulatórios, derivativos, regimes, etc.
seta17.gif (173 bytes) CARREIRA ACADÊMICA & PROFISSIONAL
seta17.gif (173 bytes) CONTATO
seta17.gif (173 bytes) CONTAS EXTERNAS BRASILEIRAS, FMI acordos e desacordos, fundo soberano
seta17.gif (173 bytes) DESENVOLVIMENTO: reformas, modelos e controvérsias, reforma tributária
seta17.gif (173 bytes) DIREITO E ECONOMIA: regulação e instituições
seta17.gif (173 bytes) EDUCAÇÃO: universidades, ensino de economia
seta17.gif (173 bytes) EMPREENDEDORISMO  E NOVA ECONOMIA
seta17.gif (173 bytes) FINANÇAS PÚBLICAS: ajuste fiscal, dívidas e déficits, privatização, PPPs, Universidades e políticas públicas.
seta17.gif (173 bytes) GLOBALIZAÇÃO: comércio, capitais, sistema monetário internacional, etc.
seta17.gif (173 bytes) HIPERINFLAÇÃO: na Europa, anos 1920
seta17.gif (173 bytes) HISTÓRIA ECONÔMICA: Rui Barbosa
seta17.gif (173 bytes) INSERÇÃO EXTERNA e DESENVOLVIMENTO: texto original e comentários diversos
seta17.gif (173 bytes) LIVROS: meus, os que participei com capítulos ou prefácios e recomendações
seta17.gif (173 bytes) MACROECONOMIA: temas da atualidade.
seta17.gif (173 bytes) MATERIAL DIDÁTICO
seta17.gif (173 bytes) MISCELANEA: assuntos diversos
seta17.gif (173 bytes) NOVIDADES
seta17.gif (173 bytes) PESSOAS, IDÉIAS e RESENHAS
seta17.gif (173 bytes) PLANO REAL: inflação e outros temas de macroeconomia
seta17.gif (173 bytes) POLÊMICAS
seta17.gif (173 bytes) POLÍTICA: Patrimonialismo, corrupção, rent seeking  e temas afins
seta17.gif (173 bytes) POLÍTICA INDUSTRIAL: Abertura, incentivos,  multinacionais, privatização, temas setoriais
seta17.gif (173 bytes) PREVIDÊNCIA: reforma, FGTS, fundos de pensão
seta17.gif (173 bytes) SALÁRIOS  E  EMPREGO: encargos e outros temas de economia do trabalho
seta17.gif (173 bytes) SISTEMA FINANCEIRO: política monetária, bancos, regulamentação, mercado de capitais

LIVROS

(Livros meus ou editados por mim)


OZ

Essa edição reúne: o texto integral da longa viagem de autodescoberta de Dorothy e seus amigos; ilustrações, notas e dois importantes textos sobre o romance: uma apresentação de Martin Gardner que retraça a vida e a obra de Frank Baum, e o prefácio de Gustavo Franco inaugura no Brasil uma surpreendente leitura do romance, toda feita a partir de representações para ideias e personagens dos debates econômicos e políticos da época.

Veja a resenha de Olga de Mello para o Valor (12.11.2013). "Uma segunda história para Dorothy e o Homem de Lata".


Mais detalhe


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CARTAS A UM JOVEM ECONOMISTA

Conselhos para seus planos econômicos







Veja a bela resenha escrita por Antonio Pinto Ribeiro no blog Próximo Futuro, da Fundação Calouste Gulbenkian, 27 de setembro de 2010.

Veja a matéria de Maria Cristina Frias para a FSP Para um jovem economista (FSP, 13.09.2010).

Veja a matéria de João Sandrini para o Portal Exame 5 Conselhos de Gustavo Franco a investidores (17.09.2010).

Veja a matéria e entrevista em video para a TV Estadão (Os desafios e a solidão) e o Blog Radar Economico de Silvia Guedes Crespo, sobre o livro e sobre temas de conjuntura associados: Governo não tem como conter alta do Real. (17.09.2010)

Veja a matéria Gustavo Franco aconselha novos economistas no portal PUC Digital, 24.09.10

Veja o artigo Voce é populista? citado no livro, (O Globo, 24.10.1992)

Veja o artigo American economic growth and the voyage of Columbus citado no livro, (The American Economic Review 73 (4) Setembro de 1983)

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ARTE E DINHEIRO


Veja a resenha escrita por Antonio Gonçalves Filho A Arte Expressa em Dólares para o Caderno Sabático de OESP (04.12.2010).

Veja a resenha escrita por Olga de Melo A relevância do dinheiro nomercado da arte para o Valor (22.12.2010).

Veja a resenha escrita por Luciano Trigo O cifrão como denominador comum, livro sobre artistas contemporâneos é mais um exemplo da redução da crítica a avalista do mercado para o Caderno Prosa e Verso,  O Globo (01.01.11)


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shakespeare

SHAKESPEARE E A ECONOMIA

Henry W. Farnam 

 Gustavo H. B. Franco


Veja o conta corrente especial, com Guto Abranches, sobre o livro e também a matéria exibida pela Globonews sobre o livro.

Shakespeare e a política no Brasil
(uma paródia de uma crônica de Machado de Assis
). Dicta & Contradicta, julho de 2010. Veja o texto e as imagens.


"Veja a matéria de Luiz Armanado Capra Filho O que Gustavo Frano tem a ver com Shakespeare para a revista Amanhã, 11 de junho de 2010.

Veja a matéria de Kelly de Souza Gustavo Franco examina a fortuna de Shakespeare (
6 de maio de 2010) e também o texto maior, com recomendações de leitura, para a Revista da Cultura, edição 32 de março de 2010.


Veja a matéria de Olga de Melo para o VALOR ECONÔMICO (20/11/09): Ter ou não ter, eis a questão, Shakespeare foi muito mais que dramaturgo e poeta. Fez fortuna também como empresário, como revela novo livro de Gustavo Franco.

Veja  também
Livro analisa a economia a partir da vida e obra de William Shakespeare na FOLHA ILUSTRADA 17/11/09.   


Veja o artigo Macbeth teria perdido o sono onde se busca a corrupção e o mensalão em Shakespeare, que saiu no Caderno Aliás em O Estado de São Paulo (04/08/13). VEJA A VERSÃO EXPANDIDA do artigo, com referências, citações e o desenvolvimento de certos temas que não couberam na versão publicada no jornal.


Veja  a matéria de Jerônimo Teixeira para a VEJA  (09.12.09) E Shakespeare criou o mundo (A obra do poeta abrangeu virtualmente todo o conhecimento de sua era de inovações. Um livro recém-lançado examina uma faceta proeminente dessa rica literatura: sua dimensãoeconômica. O autor de Rei Lear, afinal, morreu rico).

Veja a matéria de Leonardo Attuch para a Isto É Dinheiro (04.12.09)
Shakespeare, o empresário Em seu novo livro, Gustavo Franco decifra a alma capitalista do maior escritor de todos os tempos.

SAIBA MAIS (no site da Jorge Zahar Editores)

A economia em Machado de Assis

O olhar oblíquo do acionista

Rio de Janeiro, Editora Jorge Zahar, 2007.


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“O olhar oblíquo do acionista” é uma coletânea de crônicas de Machado de Assis, 39 dentre as 600 que escreveu, feitas entre 1883 e 1900 e tratando desses temas econômicos que nunca pensamos que pudessem ser objeto da atenção de nosso maior escritor.

VEJA O SUMÁRIO, E UM DOS 40 CAPÍTULOS (sobre "lambugens" para os intermediários de empréstimos do Império..


Veja as resenhas e comentários: Veja o comentário de Sergio Paulo Rouanet. Veja a resenha de Jerônimo Teixeira para a Veja (28.11.07) Pecados do Capital: crônicas de Machado de Assis revelam a barafunda econômica de sua época - e a posição sinuosa do autor sobre o tema. Ouça o podcast com a entrevista do organizador feita por Lauro Jardim para o radar On-LineVeja a nota de Flavia Oliveira Machado de Assis e o acionista em O Globo (11.11.07), e a matéria de Olga de Barros O investidor olha mas não enxerga para o Valor (06.12.07). Veja o comentário de José Fucs para a revista Época (31.12.07). Veja a resenha de Rodrigo Almeida para o Caderno Idéias do Jornal do Brasil (19.01.08) O capital oblíquo pelo Olhar de Machado de Assis. Veja Revista MUSEU (03 . 01 .2008) - Livro resgata a visão de Machado de Assis sobre temas econômicos.

Machado comunista (FSP, 06.09.08). Veja uma manifestação de leitor de esquerda, e respectiva resposta.


Maldades que fizemos com Machado de Assis (FSP, 04.10.08). Veja a imagem da cédula que "humilha" Machado de Assis com um carimbo que lhe subtrai 3 zeros.

Veja a matéria de Fernando Molica para o Jornal da Globo, em texto (os escritores no poder) ou em video, tratando em conjunto dos livros sobre Fernando Pessoa e Machado de Assis.

O livro tem uma edição especial, exclusiva para clientes da Rio Bravo, feita pela editora Reler.

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O homem que roubou Portugal

Bloom

“Essa é uma história real, uma minuciosa e cativante reportagem escrita por um especialista.” do prefácio de Gustavo Franco

SINOPSE: Em 1924, Artur Virgilio Alves Reis, um comerciante português falido, trama sozinho o maior golpe financeiro de todos os tempos. Em dois anos se tornaria o homem mais rico e poderoso de seu país. O que parecia um plano com pouca eficácia de um homem com muita imaginação, acabou causando problemas macroeconômicos. Desde o grande terremoto de 1755, Portugal não sofria abalo econômico tão profundo. O autor narra, com ares de romance policial, desde o momento da elaboração do golpe até o julgamento dos réus, em 1930. Nas audiências finais, Alves Reis contou ainda com uma presença ilustre entre os ouvintes da platéia: o poeta Fernando Pessoa, curioso em assistir a sua defesa. Traz, em anexo, a transcrição das anotações de Fernando Pessoa no último dia do julgamento.

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A Economia em Pessoa: verbetes contemporâneos.

Rio de Janeiro: Editora Reler, 2006. (primeira edição)

pessoa

Trata-se da reedição de escritos pouco conhecidos de Fernando Pessoa tratando de economia e tópicos de administração de empresas (incluindo privatização, globalização, marketing, branding, governança corporativa, desregulamentação, entre outros), a maior parte de 1926, organizados e prefaciados por mim, e compreendendo uma “entrevista” com o Poeta, feita em 1972, por João Alves das Neves, presidente do Centro de Estudos Fernando Pessoa.

Veja o comentário sobre o livro do acadêmico Alberto da Costa e Silvae o meu artigo para a Revista Wish Report ano 3 n. 14, 2007, O Debate em Pessoa.

 

Veja as resenhas e comentários: Veja as matérias de Luciana Rodrigues Lições de economia por Pessoa, ele mesmo (Livro reúne textos do poeta português escritos na década de 20 sobre temas como privatização e protecionismo) e a entrevista com o editor  (Gustavo Franco)  para O Globo 08.01.2007). Veja a coluna de Merval Pereira O poeta e a economia para O Globo (08.01.2007). Veja também a matéria de Fernando Dantas (OESP, 07.01.07) As idéias liberais e atuais de Fernando Pessoa. Veja os artigos O liberalismo do poeta fingidor e também Pound, Eliot e a economia, ambos de Oscar Pilagallo, para o Valor (12.01.2007). Veja também O economista e o poeta, entrevista com Gustavo Franco para Robinson Borges (Valor, 12.01.2007). Veja a resenha de Vinicius Mota para a Folha de São Paulo (14.01.2007) Coletânea traz

Fernando Pessoa como defensor do liberalismo. Veja a matéria de Leandro Loiola O economista e o poeta para a Revista Época (14.01.07), e a matéria de Leonardo Attuch A economia em linha reta para a Revista IstoÉ Dinheiro. Veja o comentário de Roberto Cavalcanti de Albuquerque Fernando Pessoa, economista. Veja a matéria A economia sob o olhar do poeta, para o jornal O Povo, do Ceará, (12.03.07) por Ana Mary Cavalcante.

 

 



CRÔNICAS DA CONVERGÊNCIA: ensaios sobre temas já não tão polêmicos


Cronicas loading

Prefácio de Miriam Leitão, Rio de Janeiro Editora Topbooks e BM&F. Orelha de Guilherme Fiúza e comentários na quartacapa de Fernando Henrique Cardoso, Edmar Bacha, Arnaldo Jabor, Arminio Fraga e Pedro Malan. Nesta mesma temática ver o belo artigo de Pedro Malan O elusivo ‘quase consenso’  (OESP, 13.08-06) em que menciona o artigo de Delfim Netto O quase consenso (Valor Econômico, 01.08.2006).

Veja as resenhas: de Marcio Aith para a Veja (30.08.06) As razões da razão, Coletânea de artigos do economista Gustavo Franco, um dos pais do Real, mostra como o Brasil começou a vencer a indigência do pensamento econômico; de Leonardo Attuch para a Isto É Dinheiro (30.08.06) A convergência de Gustavo Franco, ensaios do ex presidente do BC revelam que algumas de suas polêmicas estão virando consensos; e de Robinson Borges para o Valor Econômico (17.08.06) Ex-BC aprimora seu estilo franco-atirador. Veja também a matéria de Leonardo Trevisan para a Gazeta Mercantil (23.08.06) Gustavo Franco lança novo livro com coletânea de artigos; a matéria de Flávia Oliveira para sua nova coluna em O Globo (22.08.06) Antologia de artigos da metralhadora giratória; Veja o sumário dos debates em Encontros O Globo e  Instituto Milenium sobre o livro, com a participação de Guilherme Fiúza e Fabio Giambiagi e Merval Pereira (como mediador). Veja também as matérias de Luciana Rodrigues em O Globo (06.09.2006) O desafio é reduzir taxas de juros e Gastos públicos que travam o crescimento, e também a coluna de Merval Pereira O paradoxo brasileiro.
Convergência, coalizão e paralisia (Época, 04.12.06). Veja as declarações do presidente na matéria Presidente quer PDT em 'mandato da convergência', de João Domingos, Lisandra Paraguassú (OESP, 29.11.06).



Rui Barbosa O Papel e a baixa do câmbio, um discurso histórico de Rui Barbosa, pela Editora Reler, Rio de Janeiro, 2005 

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O livro é a reedição de um discurso histórico de Rui Barbosa, de 1891, que nos remete a um momento decisivo da vida nacional, o da transição do trabalho escravo para o livre, do Império para a República e da luta entre ortodoxia monetária - o metalismo - e a heterodoxia - o papelismo. A edição, feita por mim, e patrocinada pela Rio Bravo conta ainda com um prefácio de Gustavo Franco, orelha de Winston Fritsch e quarta capa de José Murilo de Carvalho. Disponível para compra na Livraria Cultura. Uma curiosa controvérsia recente sobre Rui Barbosa. A revista IstoÉ Dinheiro publicou a matéria Ruy Barbosa: ave de rapina?, ao mesmo tempo em que a Istoé deu a Rui Barbosa o título de “Brasileiro do Século”, na categoria “Justiça e Economia”. A premiação foi criticada por Luis Nassif em O brasileiro do século (FSP, 30.10.05). O ex-ministro Paulo Brossard saiu em defesa de Rui em Assim é demais (OESP, 11.11.05), e Nassif respondeu com O financista Rui Barbosa (FSP, 13.11.05) e também Rui Barbosa e os ecos do passado (19.11.05). Veja também um curioso comentário de Luis Nassif A revanche do encilhamento (FSP, 05.12.04) e outro ainda mais estranho ao meu texto (sobre reforma monetária na passagem para a República) Rui Barbosa e o Plano Real (28.05.05). Posteriormente, parecendo responder a essas questões, a Revista Época publicou Edição especial com a escolha de Ruy Barbosa como o Maior Brasileiro da História, onde publiquei O prometeu da economia Época (11.09.06).



O Desafio Brasileiro: ensaios sobre desenvolvimento, globalização e moeda
São Paulo: Editora 34, 1999. 

loading Desafio

Veja o índice. Veja também as resenhas, de Mailson da Nóbrega para a Veja, em 26.04.2000, Xô inflação, de Antônio Barros de Castro para a FSP, em 14.04.2000, com o título Atrevido e Imaginoso e a matéria de William Salazar, para a Agência O Globo, em 14 de dezembro de 1999, com o título Franco: valorização do real foi alavanca para mudar o modelo econômico.

O Plano Real e Outros Ensaios. Editora Francisco Alves, Rio de Janeiro, 1995.

Plano Real

Veja as resenhas de Carlos Alberto Sardenberg Chaves que guardam os segredos do Plano Real, para a FSP de 20.09.95, de Márcio Moreira Alves, Livros políticos, para O Globo de 13.09.95, o artigo de Ernesto Lozardo Os riscos do Plano Real em OESP 13.09.95, o editorial intitulado Ensaio real do Correio Brasiliense de 23.07.95 e a matéria Chumbo Trocado, de Maria Helena Passos para a Revista BOVESPA, edição de Agosto de 1995.

Cursos de Economia (editor) catálogo de listas de leitura de cursos oferecidos em centros membros da ANPEC Publicado pela ANPEC, Setembro de 1992. (esgotado)

A Década Republicana: o Brasil e a economia internacional - 1888/1900 Publicado pelo IPEA-INPES pela série PNPE nº 24. Rio de Janeiro, 1991.

Foreign direct investment and industrial restructuring: issues and trends (co-autor Winston Fritsch) Development Centre Studies, OECD Development Centre, OECD, Paris, 1991. Publicado simultaneamente, e na mesma série, em francês com o título L'Investissement Étranger Direct au Brésil: son incidence sur la restructuration industrialle. (esgotado)

Reforma Monetária e Instabilidade Durante a Transição Republicana Publicada pelo BNDES, Rio de Janeiro, 1ª edição 1983. 2ª edição, 1987. (esgotado). Veja um curioso comentário de Luis Nassif A revanche do encilhamento (FSP, 05.12.04)  e outro ainda mais estranho ao meu texto Rui Barbosa e o Plano Real. (esgotado)

 

Livros onde escrevo capítulos ou prefácios

 

Marcelo de Paiva Abreu (org.) A Ordem do Progresso: cem anos de política econômica republicana, 1889-1989  Rio de Janeiro: Campus Editora, 1989. Capítulo 1 "A Primeira Década Republicana".

João Paulo Reis Veloso (org.) As Perspectivas do Brasil e o Novo Governo Rio de Janeiro: Nobel, 1990. Ensaio Estratégia industrial e investimento direto estrangeiro, escrito em parceria com Winston Fritsch.

Gerald. K. Helleiner (ed.) Trade Policy, Industrialization and Development: new perspectives. Oxford: Clarendon Press, 1992. Ensaio sobre “Foreign Direct investment and patterns of trade and industrialization in developing countries: notes with reference to the Brazilian experience" escrito em parceria com Winston Fritsch.

Competition and Economic Development Committee of Competition Law and Policy, OECD, 1991. Ensaio "Efficient Industrialization in a Technologically Dependent Economy: The Current Brazilian Debate", escrito em parceria com Winston Fritsch.

João Paulo Reis Veloso (org.) O Brasil e a nova economia mundial Rio de Janeiro: José Olympio Editora, 1991. Ensaio "O Investimento Direto Estrangeiro em uma Nova Estratégia Industrial", escrito em parceria com Winston Fritsch.

Maria D'Alva G. Kinzo (ed.) Brazil: challenges for the 1990s Londres: Institute of Latin American Studies & British Academic Press, 1993. Ensaio "The political economy of the Brazilian hyperinflation".

Gerald K. Helleiner (ed.) Trade policy and industrialization in turbulent times London: Routlege for the United Nations University-Wider, 1993. Ensaio "Import repression, productivity slowdown, and manufactured export dynamism: Brazil, 1975-1990", escrito em parceria com Winston Fritsch.

João Paulo Reis Veloso (ed.) O Brasil e o mundo no limiar do novo século Rio de Janeiro: Editora José Olympio, 1998. Ensaio ”O Plano Real em perspectiva de médio prazo”, reproduzido em O Desafio Brasileiro.

Hjalmar Schacht Setenta e seis anos de minha vida de. Editora 34, 1999.  Prefácio “Schacht: aspectos econômicos”.

Heidrun K. Olinto & Karl E. Schollhammer (eds.) Novas epistemologias: desafios para a universidade do futuro Rio de Janeiro: Nau Editora & Departamento de Letras, PUC-Rio, 1999. Ensaio “Em defesa da teoria”.

Guido Mantega e José Márcio Rego (orgs.) Conversas com economistas brasileiros, volume II São Paulo, Editora 34, 1999. Entrevistas com diversos economistas, entre os quais José Serra, José Alexandre Scheinkman, Aloisio Mercadante, Gustavo Franco e outros.

Rosa Fontes & Marcelo Arbex (orgs.) Economia aberta: ensaios sobre fluxos de capitais, câmbio e exportações Editora da Universidade Federal de Viçosa, 2000. Ensaio “As reformas e o crescimento da produtividade: uma nova economia”.

Pablo Matín Aceña e Jaime Reis (eds.) Monetary standards in the periphery: paper, silver and gold, 1854-1933 Londres: Macmillan Press, 2000. Ensaio Aspects of the Brazilian Experience with the Gold Standard, escrito em parceria com Winston Fritsch.

Cid Torquato (org.) E-Dicas: Desvirtualizando a Nova Economia São Paulo, Usina do Livro, 2002. Ensaio A Nova Economia chegou para ficar.

José Antonio Gonzalez, Vistorio Corbo, Anne O Krueger e Aaron Tornaell (editores) Latin American Macroeconomic reforms: the second stage University of Chicago Press, 2003.
Ensaio Circumstances and Institutions: Notes on Monetary Policy in Brazil in the Last 14 Years .

Fábio Giambiagi, André Villela, Lavinia Barros de Castro e Jennifer Hermann (orgs.) Economia Brasileira Contemporânea, 1945/2004 (Rio de Janeiro, Editora Campus, 2004). Capítulo Auge e Declínio do Inflacionismo no Brasil .  Veja a resenha de Miriam Leitão e o artigo de Fabio Giambiagi Brasil, um olhar sobre a História (Valor, 23.11.04).

Luciano Benetti Timm (organizador) Direito e Economia São Paulo: Thomson IOB Editora, 2005. Prefácio Celebrando a Convergência. Veja o índice.

Rui Barbosa O Papel e a baixa do câmbio Rio de Janeiro, Editora Reler. Prefácio.

Clóvis Brigagão e Silvério Zebral (coordenadores) O Brasil de Lula: retrospectiva 2003-2005 e perspectiva para 2006. Número especial da revista “Política Internacional” (II série, novembro de 2005, n. 29), editada pelo CIDEC – Centro Interdisciplinar de Estudos Econômicos, em colaboração com o Centro de Estudos das Américas do Instituto de Humanidades da Universidade Cândido Mendes. Artigo Investimento direto estrangeiro (IDE) no Brasil 1995-2004: “passivo externo” ou “ativo estratégico” ?.

Antonio Correa de Lacerda (organizador) Crise e oportunidade: o Brasil e o cenário internacional São Paulo: Lazuli Editora, 2006. Artigo Investimento direto estrangeiro (IDE) no Brasil 1995-2004: “passivo externo” ou “ativo estratégico” ?

Edmar Lisboa Bacha e Luiz Chrysostomo de Oliveira Filho (editores) Mercado de capitais e dívida pública: tributação, indexação, alongamento. ANBID, Contracapa e IEPE-Casa das Garças, Rio de Janeiro, 2006. Ensaio 
Notas sobre crowding out, juros altos e LFTs.


Artur Ituassu e Rodrigo de Almeida (organizadores) O Brasil tem jeito? Coletânea para a Jorge Zahar Editora, Rio de Janeiro, 2006. Ensaio “Entre o horizontalismo e o privilégio – sobre a tensão na regulação da moeda”. Veja uma resenha  Livro discute dilemas do Brasil às vésperas das eleições presidenciais O Globo, 30.07.2006. 
Veja também a matéria de Carlos Alexandre para o Correio Brasiliense Livro instiga leitor ao voto consciente. Veja a matéria de Fernando Scheller Livro traça "agenda sofisticada" para problemas do país para o portal Globo, 23.09.06.


Tamás Szmrecsányi e Francisco da Silva Coelho (organizadores) Ensaios de história do pensamento econômico no Brasil contemporâneo Coletânea para a Ordem dos Economistas do Brasil, publicada pela Editora Atlas, São Paulo. Ensaio 
Economia na PUC-Rio: notas de uma testemunha. Veja a resenha de autoria do prof. Rui Granziera, publicada pela revista Estudos Avançados da USP, n. 62 Pensamento Econômico: Um balanço necessário.



Sergio Lewin (org.) Idéias e conseqüências Porto Alegre: Editora Sulina, 2007. Capítulo 1 Uma longa adolescência: fases da história monetária brasileira ; o volume também conta com textos de Roberto da Matta, Jorge Caldeira, Roberto Romano, Claudio de Moura Castro, Bolívar Lamounier e Roberto Fendt. O volume é composto das falas no seminário onde foi feita a apresentação PPT Idéias sobre moeda, câmbio, bancos (inclusive o central) e macroeconomia em geral por ocasião do Seminário Idéias e Conseqüências, promovido pelo Instituto Liberdade, Porto Alegre, 29 de agosto de 2006.

Ideias e consequencias

Edmar Bacha e Ilan Goldfajn (orgs.) Como reagir a crise? Políticas econômicas para o Brasil . Editora Imago, Rio de Janeiro, 2009. Veja o texto de minha autoria O desembarque da crise no Brasil: dez idéias.

Dionisio D. Carneiro e Monica Baumgarten de Bolle (orgs.)
A reforma do sistema financeiro americano: nova arquitetura internacional e o contexto regulatório brasileiro .  Veja o artigo Responsabilidade ilimitada em instituições financeiras no Brasil: antecedentes, experiência e considerações escrito em parceria com Luiz Alberto C. Rosman.


Márcio Garcia e Fabio Giambiagi (organizadores) RISCO E REGULAÇÃO: Por que o Brasil enfrentou bem a crise financeira e como ela afetou a economia mundial. Rio de Janeiro: Editora Campus Elsevier.
Uma idéia útil para a reforma regulatória americana (VALOR ECONÔMICO, 30.12.09, ). Veja o texto mais extenso, sobre o mesmo assunto, escrito em parceira com Luiz Alberto Rosman A crise bancária norte-americana: Algumas lições da experiência brasileira

risco e regulaçâo


Edmar Bacha e Monica Baumgarten de Bolle (orgs)  NOVOS DILEMAS DE POLÍTICA ECONÔMICA, volume de ensaios em homenagem a Dionisio Dias Carneiro. Ver artigo O Brasil e a Globalização na primeira década após o Plano Real: os censos do capital estrangeiro no Brasil 1995, 2000 e 2005. Ouça um podcast com o autor sobre o tema,  e veja os resultados de todos os censos diretamente no site do Banco Central.

novos dilemas

 Mona Haddad e Ben Shepherd (orgs) Managing Openness: Trade and Outward Oriented Growth after the Crisis. Veja a sinopse, o flyer com a descrição do livro impresso e o LINK PARA O E-BOOK.
Ver capítulo 7 "Turning towards China? The 2008 crisis and its influence on Brazil's development model (co autoria com Fausto Vieira)



 

POLÊMICAS

seta17.gif (173 bytes) João Paulo de Almeida Magalhães sobre Multinacionais, globalização e política industrial. Em Multinacionais: prós e contras (JB, 12.09.88) JPAM alega que as MNs terão papel menor no desenvolvimento brasileiro, propõe subsídios para empresas nacionais e desconhece realidades básicas do mundo globalizado. Foi contestado em Multinacionais: os fatos (JB, 24.09.88, escrito em parceria com Winston Fritsch). JPAM respondeu com O Papel das Multinacionais (JB, 12/9/88) e foi novamente contestado em Política Industrial e Competitividade (JB, 24.10.88, também com Winston Fritsch). JPAM responderia, por último, com Ainda as Multinacionais (JB, 07.11.88). A propósito, não deixe de ver os resultados do Primeiro (ano base 1995) e do Segundo (ano base 2000) Censo de capitais estrangeiros no Brasil, e os artigos mais recentes sobre o tema na seção Política Industrial.

seta17.gif (173 bytes) Aloisio Teixeira sobre “equacionamento” da dívida pública interna e o “caráter financeiro” do déficit público. Em O que se deve esperar da Social Democracia (JB, 03.07.89) Teixeira propõe um “equacionamento”  da dívida interna, no que foi contestado em O que “não” se deve esperar da Social Democracia (JB, 03.07.89), por Fabio Giambiagi em Choque fiscal sim (JB, 10.07.89) e também por José Roberto Rodrigues Afonso Economistas e crise fiscal (JB, 31.07.1989) Mais adinte, quando idéias sobre “calote” estavam “no ar”, prestes a serem praticadas, publiquei O calote de dívida interna (JB, 18.12. 89)

seta17.gif (173 bytes) Delfim Netto sobre o uso das reservas internacionais para obras de manutenção das estradas. A sugestão, feita ao Presidente Itamar Franco, foi criticada em As reservas e as estradas (FSP, 24.01.93). Delfim respondeu com Reservas  (FSP, 27.01.93) e foi contestado novamente em As reservas e as estradas 2 (FSP, 31.01.93). Antes disso a proposta foi criticada por Maria Victória Werneck e Sandra Polônia Rios em É possível usar as reservas para crescer? (FSP, 20.01.93). Veja uma série de artigos de Celso Ming sobre a possibilidade de se aplicar as reservas internacionais em investimentos domésticos (OESP, 22-24.02.07).

seta17.gif (173 bytes) Itamar Franco sobre controles de preços durante a vigência da URV. Itamar Franco: noção das coisas  (O Globo 30.01.98) foi escrito em resposta ao artigo do ex-presidente Itamar Franco intitulado As inverdades do dr. Gustavo Franco (O Globo 24.01.00) a propósito de observações no meu livro “O Plano Real e Outros Ensaios” sobre controles de preços no início do Plano Real.

seta17.gif (173 bytes) Leda Pauliani, José Carlos de Souza Braga, Luiz Gonzaga Belluzzo, Aloisio Biondi e a Folha de São Paulo sobre o Mal Estar com a Globalização e as Reformas no Brasil. Os Parnasianos Alternativos (FSP, 24.11.96, e posteriormente republicado como Capítulo 7 de O Desafio Brasileiro) foi escrito em resposta ao artigo da professora Leda Paulani A Franqueza da Social Democracia (FSP, 10.11.96), a propósito do meu artigo Inserção externa e desenvolvimento, e também como comentário a O espectro que ronda o capitalismo (FSP, 01.09.96). Como tréplica a Os Parnasianos Alternativos,  Leda Paulani publicou A Fraqueza da Social Democracia (FSP, 08.12.96), Souza Braga publicou Cosmopolitismo de araque (FSP, 05.01.97), Luiz Gonzaga Belluzzo publicou Rastros de ódio (FSP, 01.12.96) e Aloisio Biondi publicou Muito obrigado, doutor Gustavo Franco (FSP, 12.12.96. A Folha de São Paulo, a propósito da polêmica, fez publicar editorial, em 25.11.96, intitulado Bater sem debater, sobre o qual dirigi carta ao jornal, que ganhou o título de Debate e foi publicada em 28.11.96. Veja também algumas cartas de leitores.

seta17.gif (173 bytes) Luís Nassif sobre a privatização das empresas de saneamento. Nassif, em A Culpa é de FHC (FSP, 20.10.00) associou indicadores de saúde pública à falta de investimentos em saneamento. Argumentei em O Problema do Saneamento não é Contábil (OESP e JB, 22.10.00) que a preocupação procede mas não seria resolvida por truques contábeis deixando de definir investimentos de empresas públicas deste setor como despesa pública. Nassif respondeu em O Saneamento de Franco (FSP, 24.10.00) e o assunto pareceu convergir em As Estatais Diferentes das Outras (OESP e JB, 29.1000), onde se argumenta que a única estatal que verdadeiramente não depende do Tesouro é a ex-estatal.

seta17.gif (173 bytes) Luís Nassif sobre o passivo externo, e impactos cambiais de investimentos diretos, e o modo como jornalistas e acadêmicos devem dialogar. Em O passivo externo (OESP e JB, 28.05.00) argumentei que o investimento direto não deveria propriamente compor o que os tementes da vulnerabilidade externa chamam de “passivo externo”. Nassif contestou os argumentos em A Retórica do Dedão Pisado (FSP, 30.05.00). A discussão migrou um pouco para a forma do diálogo, uma vez que na substância, houve convergência, a julgar por O passivo externo: forma e conteúdo (OESP e JB, 04.06.00) e pela resposta de Nassif em Academicismo e Jornalismo (FSP, 07.06.00)

seta17.gif (173 bytes) Paulo Aragão, Luiz Alberto Rosman, João Laudo de Camargo, Maria Isabel Bocater e Arnoldo Wald sobre dispositivo da nova Lei das S/As limitando o escopo de atuação dos membros de conselhos de administração.  Em A nova lei das SAs e o “conselheiro laranja” (OESP, 30.09.01),  escrito em colaboração com João Laudo de Camargo, argumentamos que a nova lei “vinculava” excessivamente Conselheiros a acordos de acionistas em detrimento da boa governança corporativa. A tese foi contestada por Paulo Cezar Aragão em Conselheiros e acordos de acionistas (OESP 07.10.01) e reafirmada em Conselheiros laranja

por João Laudo de Camargo e Maria Isabel Bocater e posteriormente comentada em Acionistas e administração de Luiz Alberto Colonna Rosman  (JB, 30.10.01) e também por Arnoldo Wald em A nova lei das S/As (FSP, 19.10.01)

seta17.gif (173 bytes) Antonino Marmo Trevisan sobre como os contabilistas não conseguem enxergar o déficit público. Em Abaixo a repressão fiscal (OESP e JB, 04.04.99) argumentei que os orçamentos para a União, feitos ao amparo da Lei 4.320/64, não distinguem “receita” de “financiamento” portanto, por construção, nunca deixam de estar equilibrados e assim transmitem noções equivocadas para a Sociedade sobre o estado das finanças públicas. Tresivan em Luca Paciolo e Gustavo Franco (Carta Capital, 28.05.99) sente-se ferido em seus brios profissionais, bem como o Dr. José Serafim Abrantes, Presidente do Conselho Federal de Contabilidade, que me dirigiu, em 16.04.99 Oficio Mal Humorado. Minha resposta a Trevisan em Trevisan e o déficit orçamentário (Carta Capital 02.08.99) deixa claro que não estou, nem de longe, agredindo as partidas dobradas e tampouco o profissional de contabilidade. Trata-se apenas de deixar claro que, ao obedecer as partidas dobradas as finanças públicas não estão salvas. Veja também, nesta linha, a minha resposta ao ofício mal humorado do Dr. Abrantes, de 11.05.99, e um comentário de um leitor (de 23.06.99) da Carta Capital . Trevisan, em sua tréplica, Gustavo Franco e a dívida mobiliária (Carta Capital, 09.06.96), reluta em concordar com o que proponho, conforme procuro argumentar em Trevisan Neoliberal (Carta Capital, 23.06.96), e atestado pela sua lacônica resposta. Interessante que Trevisan voltaria ao tema três anos depois num editorial da Revista de sua própria empresa (Revista Trevisan, n. 163/2002) em Contadores e auditores na guilhotina, alegando que eu havia acusado os contabilistas de serem os responsáveis pela inflação no Brasil. Mandei uma carta pessoal ao Dr. Trevisan em 08.04.02 em protesto e obtive  a resposta do Dr. Trevisan, via e-mail em 12.04.02”.

seta17.gif (173 bytes) João Sayad sobre definições de déficit público e o modo como a inflação o afeta: causa ou conseqüência? Sayad argumenta em Uma encíclica papal sobre a vitamina C (FSP, 24.10.1993) que o déficit fiscal é produzido em boa medida pela própria inflação. Em Ajuste fiscal: Alemanha anos 20, Brasil anos 90 (originalmente em FSP, 31.10.1993, e também como capítulo 10 de O Plano Real e Outros Ensaios) procura-se mostrar que isto era uma tese crucial para as hiperinflações européias dos anos 1920 (como se mostra em mais detalhe em Reformas Fiscais e os Fins de Quatro Hiperinflações) mas que para o Brasil o efeito Tanzi era mitigado pela ampla indexação do sistema tributário e que era na despesa onde a inflação tinha mais influência sobre o déficit público no Brasil.

 

seta17.gif (173 bytes) Dorothéa Werneck, Antonio Barros de Castro e O Estado de São Paulo sobre o novo Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social visto à luz da experiência passada das câmaras setoriais (CSs) e de “pactos sociais”. Em O Camarão Setorial do Desenvolvimento (OESP, 09.02.03) critiquei a iniciativa do novo governo em montar um conselho de representantes da sociedade civil arbitrariamente escolhidos para fazer disso um “ator” no jogo político em contraposição ao Congresso Nacional. Argumentei que este novo conselho tinha todos os defeitos das antigas CSs, daí designá-lo como o “Camarão”, tomando emprestada a expressão de Francisco de Oliveira. Em 12.03.03 O Estadão publica Editorial intitulado O que se espera do Conselho, levantando dúvidas semelhantes. A ex-ministra Dorothéa Werneck (OESP, 16.02.03) responde meu artigo com CSs: um exercício de Democracia, que mereceu réplica em CSs: vamos esquecer este assunto (OESP, 23.02.03). O professor Antonio Barros de Castro (FSP, 26.02.03), num artigo cheio de adjetivos, CSs, o Debate, parece propenso a diminuir a importância da abertura para o crescimento da produtividade no Brasil nos anos 1990. Veja também o lúcido artigo de Gesner de Oliveira Dois equívocos sobre as câmaras setoriais (FSP, 09.08.03). Tempos depois, veja uma avaliação de Maílson da Nóbrega Cadê o CDES (OESP, 07.08.05) do que fez o CDES em seus primeiros dois anos de vida. Mais sobre a experiência do CDES na matéria de Juoiana Duailibi Revolta no Conselhão (Veja, 17.05.06)

seta17.gif (173 bytes) Paul Singer, Aloisio Mercadante, Miguel Jorge e Alencar Burti, sobre os primeiros anos das câmaras setoriais (CSs) e em especial sobre os dois acordos na CS da indústria automobilística. Criadas em 1989 com vistas à política industrial, em 1991 as CSs foram reinventadas para “administrar” o descongelamento de preços seguindo-se ao Plano Collor 2, o que foi celebrado por Paul Singer (FSP, 27.04.91) CSs – pouco demais, tarde demais, em vista do que viria a seguir. O primeiro acordo CS automotiva, de março de 1992, é descrito na matéria de Claudia Safatle para a GM (27.03.92) Grande Acordo Setorial para Conter Preços, e celebrado como extraordinária descoberta por Aloisio Mercadante (FSP, 30.03.92) em Inflação, CSs e o Caminho. O acordo foi renovado em junho merecendo ruidosa propaganda de representantes da indústria, como o doutor Alencar Burti (FSP, 08.06.92) CS: o Caminho da Modernidade, e como o jornalista Miguel Jorge, então Vice Presidente de Assuntos Corporativos da Autolatina, em Renovação do Acordo da Indústria Automobilística (GM, 04.07.92) e Quem Ganha com o Acordo das Montadoras (FSP, 06.07.92). Questionando essas avaliações escrevi Maravilhas do Acordo Automotivo (FSP, 14.07.92) destacando os custos fiscais e favores regulatórios, temas que ainda não estavam maduros naqueles dias. Luís Nassif (FSP, 29.10.92) em O Espaço das CSs especulava sobre a importância do instrumento para a política industrial e Aloisio Mercadante (FSP, 12.12.92) em Negociar, Distribuir e Crescer já falava em “controle social da inflação” como alternativa ao neoliberalismo. A movimentação para o segundo acordo, de fevereiro de 1993, pode ser vista em Os Desafios da Reativação Econômica (FSP, 09.02.93), por Miguel Jorge, e em CS e Apartheid Social (FSP, 21.02.93) por Aloisio Mercadante. A propósito deste acordo escrevi O Novo Acordo (FSP, 21.02.93), que mereceu uma resposta direta de Miguel Jorge (FSP, 06.03.93) em Quem Ganha com o Acordo. Como réplica publiquei Quanto Custou o Acordo Automotivo (FSP, 18.03.93) estimando a renúncia fiscal envolvida em algo como US$ 1,4 bilhão. A tréplica de Miguel Jorge veio em Só Não Vê Quem Não Quer (FSP, 15.04.93) e a minha resposta, logo em seguida (FSP 22.04.93), em A Lavagem de um Subsídio. Miguel Jorge ainda publicaria (FSP, 09.05.94) Uma Estranha Obsessão, retirando-se da controvérsia em um momento onde Fernando Henrique Cardoso assumia o Ministério da Fazenda e este que vos fala a Secretaria de Política Econômica, na posição de Adjunto.

 

 

seta17.gif (173 bytes) Aloisio Mercadante, Guido Mantega, Francisco de Oliveira, Lucia Helena Salgado, Patricia Anderson, Glauco Arbix, Vicentinho, Heguiberto de la Navarra, Antonio Maciel sobre as câmaras setoriais como instrumentos de “controle social dos preços” e de políticas de rendas no contexto de programas de estabilização, inclusive para o Plano Real. Aloisio Mercadante e Guido Mantega, em Uma Proposta Inconsistente (09.04.93) usaram a expressão “controle social da inflação” para descrever “uma ampla negociação de preços, salários, tarifas, taxas de câmbio, e taxas de juros”, o que também chamariam de “política de rendas” em De Haddad a Eliseu (FSP, 05.05.93). Alencar Burti já parecia lamentar o ocaso das CSs em CS – Segunda fase (FSP, 29.06.93), e o sociólogo Francisco de Oliveira escreveu dois textos notáveis sobre as CSs. No primeiro Carta Aberta a Hereges e Cristãos Novos

 (FSP, 04.07.93) reconhecia o que até então parecia tabu, ou seja, que as CSs estavam sim eivadas de corporativismo, porém “assentado em entidades representativas reais, e num Estado real, costurado na transparência da competição entre as partes”. Mais que isso, pensando num conjunto de CSs trabalhando em paralelo usou pela primeira vez a expressão “Camarão”, papel que entende caber ao Estado, e que transcende a multiplicação das CSs, ou sua “suma dialética”. O segundo texto é uma Carta Aberta ao Ministro Fernando Henrique Cardoso (FSP, 06.06.93) defendendo o lugar das CSs em contraposição ao dos “pacoteiros do passado”. Esta defesa foi refeita de forma a confrontar diretamente argumentos meus por Vicente Paulo da Silva (Vicentinho) e Heiguiberto Della Bella Navarro (Guiba) em Lula, FHC e o futuro da CS (FSP, 28.08.94). E foi feita também por Antonio Maciel Neto, em FHC e as CSs (FSP, 19.09.94), que acreditava que as CSs avançariam no governo FHC por iniciativa do senador José Eduardo de Andrade Vieira e a despeito da resistência de “alguns poucos acadêmicos, membros da equipe atual”. Mesmo com o bom começo do Plano Real, Paul Singer e Aloisio Mercadante & Guido Mantega insistiam com a tese do “controle social dos preços”, respectivamente em O Quão Real é o Plano Real (FSP, 31.08.94) e Os Dilemas do Real (FSP, 26.03.94). A esta altura, todavia, as CSs já estavam feridas de morte por perda de objeto, uma vez que tanto o controle de preços como a política industrial “ativa” estavam caindo em desuso. Nessa linha vale olhar o editorial do Estadão (de 17.05.94), A Dupla Face dos Acordos Setoriais, e também o artigo de Lucia Helena Salgado (FSP, 29.08.93), posteriormente conselheira do CADE, As CSs e a Política de Concorrência. É importante que o leitor interessado tenha acesso a estudos de maior fôlego sobre o tema, como o da própria Lucia Helena Salgado para o IPEA (Política de concorrência e estratégias empresariais: um estudo da indústria automobilística, publicado em Perspectivas da Economia Brasileira – 1994, Rio de Janeiro, IPEA, 1993),  o da pesquisadora Patricia Anderson CSs: Histórico e Acordos Firmados – 1991/95 Texto para Discussão IPEA n. 667 (setembro de 1999) e também o equilibrado relato de Glauco Arbix Uma Aposta no Futuro: os primeiros anos da câmara setorial da indústria automobilística (Editora Scritta, São Paulo, 1996). Veja a resenha, intitulada Um Novo Começo, por Cibele Saliba Rezek  (FSP, 12.07.97). Como uma reflexão conceitual sobre o tema escrevi Um Teorema Sobre Pactos Sociais no Brasil, publicado como o capítulo 14 de meu livro O Plano Real e Outros Ensaios.


seta17.gif (173 bytes) O CMN (Conselho Monetário Nacional), Sobre a (má) idéia de ampliar o número de membros do Conselho Monetário Nacional: Veja os artigos recentes de José Antônio Moroni CMN: economia ou democracia (FSP, 29.06.2005) e Sérgio Werlang O Conselho Monetário Nacional não deve ser ampliado (Valor, 13.06.05) e também um novo editorial da Folha de São Paulo Ampliar o CMN (FSP, 12.05.05). Veja também os artigos de Maílson da Nóbrega Sarna para se coçar (OESP, 05.06.05 ) e os artigos de Sergio Werlang (FSP, 28.05.05)  Órgão técnico, decisões ponderadas, contrário ao aumento do números de conselheiros e, na direção oposta, o de Luiz Marinho Democratização responsável (FSP, 28.05.05). Veja também, de grande interesse antropológico, o artigo do presidente da FIESP, Paulo Skaf Legítima Participação (FSP, 22.05.05). Veja também os artigos de Gustavo Loyola Conselho Monetário não é o Congresso (OESP, 26.09.04), Maílson da Nóbrega O Conselho Monetário deve ser extinto (OESP, 10.10.04) e de Jairo Saddi Um novo Conselho para garantir a autonomia do BC (Valor Econômico, 21.10.04). Todos na mesma direção. Dois editoriais sobre o assunto, um a favor da ampliação do CMN – Mudar o CMN e o BC (FSP, 19.09.04) outro contrário, A “democratização” do CMN? OESP (30.09.04). Veja um histórico do problema. Veja também o meu artigo Uma longa história (Veja, 27.10.04).

seta17.gif (173 bytes) Sobre a relação nada óbvia entre a taxa de  câmbio e as exportações, e em particular sobre a relação entre taxa de câmbio e termos de troca.

Um câmbio de esquerda (Veja, 24.11.04). A propósito da relação entre câmbio e exportações, vale rever o texto O que aconteceu com as exportações em 1999? (OESP & JB, 05.12.99), que mereceu, na ocasião, um comentário de Alexandre Schwartsman O que aconteceu com Gustavo Franco em 99? , distribuído informalmente entre seus clientes. Em reposta, produzi um comentário recente: O que aconteceu com as exportações desde então? O leitor interessado especificamente na relação entre preços de exportações e taxa de câmbio de consultar a edição de outubro de 2004 do Boletim Funcex de Comércio Exterior. Veja a matéria de Flavia Oliveira Real fraco significa salário baixo, diz Gustavo Franco (O Globo, 26.11.04). Veja também o artigo de Maria Clara do Prado Bons ventos afetam o câmbio (Valor, 25.22.04). Ainda sobre o mesmo tema veja duas colunas escritas por Merval Pereira O Mesmo Projeto (O Globo, 03.12.04) e Como Crescer ? (O Globo, 04.12.04). Veja também : A inconsistência do debate (Valor Econômico, 13.10.05) de Maria Clara R. M. do Prado e O Paradoxo Cambial e as Exportações Brasileiras de Roberto Giannetti da Fonseca. Veja também a matéria de Raquel Landim e Raquel Salgado Indústria eleva preço em dólar e segura em real (Valor Econômico 22.05.06).


seta17.gif (173 bytes) Sobre a idéia patética da FIESP de promover uma desvalorização cambial através de uma desregulamentação radical da legislação cambial.

Em fins de 2005, a FIESP e a FUNCEX apresentaram um projeto de lei cambial destinado a promover uma espécie de choque liberal na legislação brasileira, revogando a maior parte da legislação em vigor. O Projeto de Lei Cambial da FIESP (PLCF) foi recebido com reservas, conforme se percebe em Luís Nassif (Uma lei cambial antiindustrial", (FSP, 10.2.2006)) e em editorial do jornal Valor Econômico, de 13.02.2006 ("Os riscos de uma reforma apressada da lei cambial"). Roberto Giannetti da Fonseca saiu em sua defesa do PLCF com O câmbio em debate (FSP, 20. 02.2006). Uma vez citado, e de maneira deselegante, e tendo em vista o (ou a falte de) mérito do PLCF, respondi com O falso debate sobre o câmbio (FSP, 23.02.2006). Posteriormente, o governo passou lei alterando as normas para a chamada “ cobertura cambial”, liberalizando em princípio, mas impondo tantas regras, notadamente tributárias, que os efeitos parecem ter sido perto de nulos.

seta17.gif (173 bytes) Sobre a real eficácia das restrições a entradas de capitais de curto prazo (através de prazos mínimos e IOFs)  no período 1993-98.
Bernardo Carvalho & Marcio Garcia apresentaram Ineffective controls on capital inflows under sophisticated financial markets: Brazil in the nineties no seminário de dezembro de 2005 da IASE – InterAmerican Seminar of Economics. Escrevi o comentário Capital inflows into Brazil, 1992-98: the nature and effects of controls and restrictions contestando a alegação de completa ineficácia, assim como a relevância dos “exemplos” de operações para  “driblar” a regulamentação. Ambos são textos para discussão do Departamento de Economia da PUC-Rio, de números 516 e 517 respectivamente. Ambos deverão ser publicados pela University of Chicago Press, atuando com o NBER, no volume "Financial Markets Volatility and Performance in Emerging Markets", editado por Sebastian Edwards e Márcio G. P. Garcia, baseado na conferência do IASE (Inter American Seminar in Economics – PUC/NBER) realizada no Rio de Janeiro em Dezembro de 2005.
Sobre a atualidade do tema ver Não há capitais a controlar (OESP, 22.10.06) de Celso Ming. Veja também Pensamentos cambiantes (Época, 17.07.07).  Veja o artigo citado, de Marcio Garcia, Controles de capital não funcionam (Valor, 06.0.7.07).




seta17.gif (173 bytes) Sobre o problema da valorização cambial.  É uma escolha ou uma inevitabilidade?

Em Dois episódios de valorização cambial, uma comparação, para a Conujntura Econômica vo. 60, n. 12, de junho de 2006, argumenta-se que valorização cambial não é propriamente uma escolha, e que o governo Lula parece fazer o mesmo que combatia. Em razão da valorização da taxa de câmbio ocorrida desde o final de 2002 até hoje (abril de 2006), o câmbio real caiu bem abaixo de onde estava quando o BC saiu do regime de bandas para o regime de flutuação em janeiro de 1999. Algumas análises sobre o novo episódio de “moeda forte” trazem novas perspectivas para o episódio anterior. A propósito de comparações estapafúrdias entre o governo FHC e o de Lula, ver texto imperdível de Marcelo de Paiva Abreu Lula e o barão de Munchausen (OESP, 08.05.2006). Ver Dois episódios de valorização cambial de Antônio Barros de Castro e Francisco Eduardo Pires de Souza (FSP, 29.03.06). Sobre “Dutch Disease”, ver Câmbio, reservas e "doença holandesa” de Affonso Celso Pastore e Maria Cristina Pinotti (Valor Econômico, 30.01.06) e também Ainda a "Dutch Disease" de Luiz Carlos Mendonça de Barros (FSP, 07.04.06). Veja a Carta do IBRE, da revista Conjuntura Econômica (novembro de 2006), Câmbio “valorizado”: uma nova realidade. Duas visões críticas sobre a tese segundo a qual a abundância cambial deve ser combatida com o crescimento das importações: Opções para a sangria de dólares de Luiz Carlos Mendonça de Barros (FSP, 25.08.06) e Julio Gomes de Almeida Uma reforma inoportuna (FSP, 08.03.06). Veja-se também, de Dionísio Dias Carneiro Como conter a apreciação (OESP, 04.08.06). Veja o artigo de Benedicto F. Moreira para o Valor Por que exportadores pedem a desvalorização cambialVeja o artigo de Mailson da Nóbrega Por uma nova abertura unilateral (OESP, 20.08.06) e também Uma idéia do além: Imposto de Exportação (OESP, 18.03.07). Ver também, de Claudio Haddad Na contramão do progresso (Valor, 29.03.07) e de Monica B. de Bolle Taxa de câmbio real é instrumento de política econômica?  (Valor Econômico, 28.03. 07) Veja também A real pressão sobre o Real (Valor 08.02.07) de Ilan Goldfajn, e de Márcio G. P. Garcia Juros e câmbio em queda (Valor 12.04.07). Ver também O real cada vez mais forte Giuliano Guandalin (Veja, 18.04.07). Veja ainda O Real forte: Quatro hipóteses e uma má notícia (Época, 24.04.07). Sobre o assunto (em particular o problema de a valorização cambial levar ao protecionismo) veja, de Alexandre Schwartsman, Nostalgia e tiro no pé (FSP, 18.04.07).

 
seta17.gif (173 bytes) Sobre o FSB - Fundo Soberano do Brasil.

O Ministro Guido Mantega anunciou uma coisa, depois voltou atrás, e tenta uma saída honrosa. Em O cofrinho do ministro artigo de estréia para a coluna regular, no sábado, para a Folha de São Paulo, em 17.05.08, argumentei que o assunto era mais uma má idéia do ministro: o  FSB - Fundo soberano do Brasil (veja a apresentação oficial). Veja também os artigos de Marcio Garcia O cofrinho e a cadeira (Valor, 06.06.08), Paulo Rabelo de Castro Salvando o cofrinho do Mantega (FSP, 04.06.08) e de três professores da Unicamp (Maria Cristina P. de Freitas, Geraldo Biasoto Júnior e Daniela M. Prates, Fundo soberano made in Brazil, Valor, 06.06.08). Veja também o artigo de Miriam Leitão O destino do cofre (O Globo, 17.05.08) e o de Yoshiaki Nakano Fundo Soberano Brasil (FSP, 18.05.08), de Afonso Pastore Dois erros de política econômica, e de Vinicius Torres Freire, com a defesa do ministro Mantega defende seu fundo (FSP, 18.05.08). Ver também o Cofrinho e poupança de Ilan Goldfajn (OESP, 25.05.08) e o pronunciamento do Senado Fransico Dornelles sobre o assunto em 20.05.08 no Senado. Para uma discussão mais genérica ver As novas crias do capitalismo (Época, 28.01.08). Veja, sobre o assunto, a matéria de capa em The Economist (07.01.08) The invasion of the sovereign-wealth funds, e também a matéria  Asset-backed insecurity.  Veja o paper de

Joshua Aizenman Reuven Glick Sovereign Wealth Funds: Stumbling Blocks or Stepping Stones to Financial Globalization? FRBSF (Federal Reserve Board of San Francisco) Economic Letter 38/2007, 14.12.2007. Mesmo antes do anúncio do ministro em 13.05.08, diversos economistas escreveram sobre a inconveniência de o Brasil criar o seu FRS: Claudio Haddad, Marcio Garcia, Maria Cristina Pinotti, Mailson da Nóbrega, Gustavo Loyola, Alexandre Schwartsman e Celso Ming. Veja o relatório de pesquisa da Goldman Sachs (Global Economics Weekly 07/38, 07.11.2007) Sovereign Wealth Funds Highlight the Changing World—and the Need for More.

seta17.gif (173 bytes) O Plano  Real, visto por dentro. Veja o livro de Guilherme Fiúza 3000 dias no bunker, um plano na cabeça e um país na mão, pela Editora Record. Veja as matérias de Luciana Rodrigues para O Globo (05.02.2006)  Bill Clinton e Tony Blair seguram Malan, Duelos no mercado e apoio internacional e Tudo mudou e está no mesmo lugar. Veja a matéria de Margareth Boarini, No bunker, em busca de credibilidade, para o Valor Econômico – 09.03.2006. Veja, sobre o livro, a matéria A guerra da moeda, Livro revela detalhes inéditos do Plano Real e expõe os dramas de seus principais combatentes, por Leonardo Attuch, para a Istoé Dinheiro (06.02.2006. Veja também o artigo de Roberto Pompeu de Toledo Lições de Brasil: Um livro que reconstitui o Plano Real, conta casos de valor permanente sobre como funciona o poder no país para a Veja (26.04.06). Veja a entrevista do autor para Graziela Salomão da revista Época Um projeto para vinte anos, jornalista mostra a cúpula econômica do governo que conseguiu sobreviver intacta ao final dos dois governos de FHC e estabilizou a moeda brasileira. Veja a resenha escrita por Paulo Roberto Almeida O Bunker voador, para o site Nominimo (postada 12.12..06). Veja também o Esclarecimento sobre o livro “3000 dias no bunker”, escrito pelo próprio autor, Guilherme Fiúza, em seu blog em 24.01.07.




 

INSERÇÃO EXTERNA e DESENVOLVIMENTO

Inserção externa e desenvolvimento Originalmente distribuído em 16.06.1996, posteriormente publicado em Revista de Economia Política 18 (3) julho-setembro de 1998 e como capítulo 1 em O Desafio Brasileiro: ensaios sobre desenvolvimento, moeda e globalização São Paulo: Editora 34, 1999.

Inserção externa e desenvolvimento: o consenso envergonhado Publicado no número inaugural da revista Interesse Nacional, Ano I, Número 1, abril-junho de 2008.


Comentários sobre o texto

Debate na Revista Carta Capital (matéria de capa) de 27.11.96 envolvendo Eduardo Gianetti da Fonseca, Luiz Gonzaga Belluzzo e Paulo Rabello de Castro
A abertura econômica do Brasil de hoje
por ALOISIO ARAUJO (O Globo 06.10.96)
Margaret Thatcher, versão Gustavo Franco por ÁLVARO ANTÔNIO ZINI Jr (FSP, 26.09.96)
Duas leituras por

ANDRÉ LARA RESENDE (FSP, 17.09. 96)
Cozinheiro do Real por

ANTENOR NASCIMENTO NETO (Veja, 18.09.96)
FHC, Marx e Franco por

CELSO PINTO (FSP, 15.09. 96)
Franco elabora saída “três-em-um” por ELEONORA de LUCENA (FSP, 22.09.96)
O manifesto de Gustavo Franco por

ELIO GASPERI (OESP, 11.09.96)
Planos e gênios por

JOÃO SAYAD (FSP, 07.10.96)
Três em um por

JOÃO SAYAD (FSP, 30.09.96)
Três visões do desenvolvimento por

JOSÉ ELI da VEIGA (OESP, 14.10.96)
Franco propõe ampliar abertura para crescer
por
JOSÉ ROBERTO CAMPOS (OESP, 10-09-96)
A pasta de Gustavo Franco por

LUÍS NASSIF (FSP, 13.09. 96)
Prosperidade através da competição por

PAULO GUEDES (O Globo 06.10.96)
A abertura não tem dono nem é de 1990 por MAILSON da NÓBREGA (FSP, 27.09.96)
Decodificando o dr. Gustavo Franco por
MARIO CESAR FLORES (Gazeta Mercantil, 18.11.96)
Novo modelo por
MÍRIAM LEITÃO (O Globo, 11.09.96)
A aposta certa no Real por

OCTÁVIO de BARROS (O Globo 06.10.96)
Contradições antagônicas por
OLIVEIROS FERREIRA (OESP, 15.09.96)
O modelo econômico de Gustavo Franco por RIBAMAR OLIVEIRA (OESP, 13.09.96)
O mistério do desenvolvimento por

ROBERTO CAMPOS (FSP, 15.09. 96).

               

PESSOAS, IDÉIAS e RESENHAS

seta17.gif (173 bytes) Mário Henrique Simonsen (Para caderno especial em homenagem ao professor Simonsen, naquela altura hospitalizado em estado grave, falecendo poucas semanas depois, Jornal do Brasil)

seta17.gif (173 bytes) Frenólogos (sobre Rudiger Donrbush,  FSP, 04.10.96)

seta17.gif (173 bytes) "O que é isso, companheiro ? (sobre Tony Blair e Mangabeira Unger, JB, 18.05.97)

seta17.gif (173 bytes) "Schacht aspectos econômicos Prefácio a Hjalmar Schacht:  Setenta e seis anos de minha vida: a autobiografia do mago da economia alemã da República de Weimar ao III Reich  São Paulo Editora 34, 1999.

seta17.gif (173 bytes) Quanta fantasia ! Resenha do livro Uma nova recessão? O que deu errado. Como entender a crise da economia mundial  de Paul Krugman (18.04.99)

seta17.gif (173 bytes) A presença de Mario Covas (OESP e JB, 14.03.00). Veja outros artigos sobre ele no site da Fundação Mario Covas. Veja também o Depoimento ao CPDOC da FGV sobre Mario Covas, Novembro de 2002.

seta17.gif (173 bytes) Aula de bom senso (resenha do livro O Brasil em transformação de Mailson da Nóbrega (Editora Gente, São Paulo) publicada em VEJA, 26.04.00)

seta17.gif (173 bytes) Roberto Campos e o mito do “neoliberalismo” (OESP, 14.10.01)

seta17.gif (173 bytes) Keynes e o Afeganistão (VEJA, 26.09.01)

seta17.gif (173 bytes) O exemplo do Plano Marshall (VEJA, 10.10.01)

seta17.gif (173 bytes) Chega ao fim a hegemonia da PUC (matéria no jornal Valor de 20.03.02 por Ribamar Oliveira). Sobre este mesmo assunto, porém sob um ângulo bem diverso, vale olhar a matéria Mestres do primeiro escalão (Medalhões da era FHC dão
aulas concorridas na PUC)
, publicada na Veja Rio, 22.10.03, por Fabio Brisolla. Veja a matéria na revista Época PUC no Poder. Veja Economia na PUC-Rio: notas de uma testemunha texto preparado para a coletânea Pensamento Econômico no Brasil contemporâneo, editada pela Ordem dos Economistas do Brasil, a ser publicado pela Editora Atlas.

seta17.gif (173 bytes) GUILHERME ARINOS. Em 19.06.2005 Luis Nassif publicou O Último Guerreiro de Vargas (FSP, 19.06.05) sobre Guilherme Arinos, meu pai. No domingo seguinte, Nassif publicou A Madura Idade (26.06.05) transcrevendo uma carta minha, dirigida a ele, a propósito do primeiro artigo. Vale olhar o artigo de Guilerme Fiuza, em seu blog, em 03.04.07, a propósito da transdente vitória do Botafogo sobre o Vasco ocorrida em 01.04.07 por 2x0, o tombo épico dos espertos. A propósito veja a crônica de Roberto Da Matta O Milésimo Gol (O Globo,  16.04.07) e também  O inesperado do esperado (O Globo, 26.04.07).

seta17.gif (173 bytes) Novo livro sobre o Plano Real: A Real história do Real: uma radiografia da moeda que mudou o Brasil de Maria Clara R. M. do Prado Rio de Janeiro: Editora Record. Extenso e bem documentado, o livro traz um ponto de vista pessoal sobre o processo. Veja o artigo de Rubens Ricupero a respeito do livro Em paz com a minha guerra (FSP, 04.09.05).

seta17.gif (173 bytes) Uvas e jabuticabas. Resenha de “Inflation targeting, debt, and the Brazilian experience, 1999 to 2003” coletânea organizada por Francesco Giavazzi, Ilan Goldfajn e Santiago Herrera. MIT Press, Cambridge, 2005. Publicada pela Conjuntura Econômica vol. 60, n. 11, novembro de 2006.

seta17.gif (173 bytes) Uma curiosa controvérsia recente sobre Rui Barbosa. A revista IstoÉ Dinheiro publicou a matéria Ruy Barbosa: ave de rapina?, ao mesmo tempo em que a Istoé deu a Rui Barbosa o título de “Brasileiro do Século”, na categoria “Justiça e Economia”. A premiação foi criticada por Luis Nassif em O brasileiro do século (FSP, 30.10.05). O ex-ministro Paulo Brossard saiu em defesa de Rui em Assim é demais (OESP, 11.11.05), e Nassif respondeu com O financista Rui Barbosa (FSP, 13.11.05). Veja também um curioso comentário de Luis Nassif A revanche do encilhamento (FSP, 05.12.04) e outro ainda mais estranho ao meu texto (sobre reforma monetária na passagem para a República) Rui Barbosa e o Plano Real. A arenga continua depois que a revista Época, através de um painel de especialistas, escolhe Rui Barbosa O maior brasileiro da História. Veja O prometeu da economia Época (11.09.06) Edição especial com a escolha de Ruy Barbosa como o Maior Brasileiro da História.  

seta17.gif (173 bytes) O charlatanismo em aulas de economia (Época, 15.01.07). Sobre tema correlato – palavreado altissonante e vazio – ver Literatura e economia (Veja, 03.11.99). Sobre a velha, quem sabe imaginária, controvérsia entre ortodoxos e heterodoxos, veja José Alexandre Scheinkman A ortodoxia dos heterodoxos (FSP, 11.02.07) 

seta17.gif (173 bytes) Vale olhar o artigo de Guilherme Fiuza  o tombo épico dos espertos, em seu blog, 03.04.07, a propósito da transcendete vitória do Botafogo sobre o Vasco em 01.04.07, por 2x0, e em seguida do empate por 4x4, com vitória do alvio-negro nos pênaltis, e sem gol mil. A propósito veja a crônica de Roberto Da Matta O Milésimo Gol (O Globo,  16.04.07) e também  O inesperado do esperado (O Globo, 26.04.07).

seta17.gif (173 bytes) MILTON FRIEDMAN. A propósito do falecimento recente de Milton Friedman, veja Friedman, monetarismo e desenvolvimento Dionísio Dias Carneiro (OESP, 23.11.06) e também Milton Friedman meets Bob Fields, O reencontro de dois grandes economistas de Paulo Roberto de Almeida. Veja o maravilhoso texto de Paul Krugman Who was Milton Friedman? para a New York Review of Books  vol 54(2) February 15th, 2007.

seta17.gif (173 bytes) Economia na PUC-Rio: notas de uma testemunha Texto preparado para a coletânea Pensamento Econômico no Brasil contemporâneo, editada pela Ordem dos Economistas do Brasil,  publicado pela Editora Atlas. Veja a resenha do livro, de autoria do prof. Rui Granziera, publicada pela revista Estudos Avançados da USP, n. 62 Pensamento Econômico: Um balanço necessário.


seta17.gif (173 bytes) Keynes é nosso, não deles (FSP, 01.11.08). Sobre a atualidade de Keynes ver a introdução que Paul Krugman fez para a Teoria Geral em 2006.


seta17.gif (173 bytes) DIONISIO DIAS CARNEIRO. Foram muitas e merecidas as homenagens ao grande economista e amigo que nos deixou recentemente. Destacaria especialmente os artigos de Edmar Bacha Saudades de Dionísio (Valor, 15.08.10) Rogerio Werneck Um economista que fará falta ao país (O Globo e OESP,  06.08.10), Marcos Lisboa Dionísio, e Ilan Goldfajn Dionísio Dias Carneiro: nossa educação e riqueza  (O Globo e OESP, 03.08.10). Em breve haverá um volume  de ensaios em homenagem a ele, coordenado pelao IEPE - Casa das Garças. 


seta17.gif (173 bytes) "A lei da Indeterminação" artigo resenha  sobre a biografia de Joseph Schumpeter" O Profeta da Inovação",  escrita por Thomas McGraw, para o caderno Aliás do OESP de 23 de setembro de2012.

McGraw


seta17.gif (173 bytes) Veja o novo livro de Maílson da Nóbrega O futuro chegou São Paulo: Editora Globo, 2005. Veja a resenha de Lucila Soares Livro de Maílson da Nóbrega mostra que o Brasil tem hoje condições privilegiadas de superar obstáculos ao desenvolvimento (Veja, 23.11.05)




 

 


 

 

 

 

 

 

NOVIDADES



Veja o artigo Abertura já, O Globo e Estadão de 29 de novembro de 2015, sobre a nossa opção fracassada pela fechadura (auto-suficiência) .

Veja o artigo Moeda e dominância fiscal, O Globo e Estadão de 25 de outubro de 2015, sobre o buraco fiscal em nos meteram.


Veja a apresentação PPT feita em Brasília, no evento do Instituto Teotônio Vilela, do PSDB, sobre as alternativas para tirar o Brasil da crise, em 17 de setembro de 2015. O video da palestra está disponível no youtube, e agora também os slides.

Veja o artigo Precisamos falar de capitalismo, sobre o fracasso do projeto petro-populista-heterodoxo, em O Globo e no Estadão  de  27.09.2015.

Veja o artigo O conto do vigário (segundo ato), sobre a vigarice eleitoral, em O Globo e no Estadão  de  30.07.2015.

Veja o artigo Capitalismo companheiro, sobre o cronismo e a corrupção, em O Globo e no Estadão  de  26.04.2015.

Veja o artigo A solidão de Levy  sobre as dificuladades do novo ministro em arrumar as contas públicas, em O Globo e no Estadão  de  31.05.2015.

Veja o artigo A derrocada, sobre o fracasso do projeto petro-populista-heterodoxo, em O Globo e no Estadão  de  26.04.2015.


Veja o artigo 50 anos do Banco Central, sobre o aniversário da instituição, que iniciou atividades em 31.03.1965, em O Globo e no Estadão  de  29.03.2015.



Veja o artigo Macbeth teria perdido o sono onde se busca a corrupção e o mensalão em Shakespeare, que saiu no Caderno Aliás em O Estado de São Paulo (04/08/13). VEJA A VERSÃO EXPANDIDA do artigo, com referências, citações e o desenvolvimento de certos temas que não couberam na versão publicada no jornal.


Veja a matéria "Um liberal heterodoxo" na série "À mesa com o Vallor" escrita por Sergio Leo, para o VALOR, Caderno EU & FIM DE SEMANA, 13-15 de abril de 2012



Shakespeare e a política no Brasil
(uma paródia de uma crônica de Machado de Assis, a famosa "Cena do cemitério"
). Veja o texto  que foi publicado na 
Dicta & Contradicta, e as imagens de personagens da política brasileira e a quem correspondem no universo shakespeariano. A propósito da crônica veja o texto de Claudia Esteves "A Cena do Cemitério: entre Shakespeare e Machado de Assis".


“Felicidade”, foi o tema que me coube tratar na Fundação Calouste Gulb
enkian em Lisboa, em novembro, no seminário inter-disciplinar  O próximo Futuro”. Eis a apresentação. Indices of current and future happiness: Conceptual aspects and economic determinants in light of the Brazilian experience (a view from a non-expert). Veja o link para o video da apresentação aqui

Veja o ensaio (um draft, na verdade)  escrito sobre o tema: Índices de felicidade e desenvolvimento econômico.





Entrevista de Segunda.
Folha de São Paulo 08.08.2011, para Eleonora de Lucena. A propósito da turbulência financeira iniciada pelo " downgrade" dos EUA pela Standard & Poor.




Afogando em letras (FSP, 05.04.09). Veja o abecedário da crise, feito por diversos autores, incluido Manuela Carneiro da Cunha, Ronaldo Vainfas e Luiz Gonzaga Belluzo




ARTIGOS PARA A FOLHA
- minhas desculpas aos leitores e amigos, mas interrompi os artigos regulares de sábado. Nada que ver com a crise, apenas a dificuldade de adaptar-se à rotina de escrever semanalmente, e a vontade de escrever coisas de maior fôlego. O artigo de 1 de novembro de 2008 foi o último.  A idéia é escrever em bases ocasionais.

Keynes é nosso, não deles (FSP, 01.11.08). Sobre a atualidade de Keynes ver a introdução que Paul Krugman fez para a Teoria Geral em 2006.

Responsabilidade limitada (FSP, 18.10.08).

O Brasil e a crise (FSP, 11.10.08).

O subprime brasileiro (FSP, 27.09.08).

A crise (não) bancária (FSP, 20.09.08). Ouça um podcast sobre a crise, e suas analogias com a crise bancária brasileira de 1994-97.



MACROECONOMIA: temas da atualidade


 
Expectativas de inflação (Veja, 04.12.02)

Eu quero acreditar (OESP 22.12.02)

Nada sério por enquanto (OESP, 12.01.03)

O império das circunstâncias (OESP 09.03.03)

Vivendo perigosamente (Veja, 05.03.03)

Santa Incoerência (Veja, 16.04.03)

Matemática e neoliberalismo (Veja, 30.04.03). A propósito veja o belo artigo de Helio Gurovitz Quem tem medo de matemática? Exame Capital Digital (04.10.01).

A métrica do sucesso (OESP, 04.05.03)

Existem escolas de pensamento? (OESP, 18.05.03). A este respeito, e tratando de assuntos práticos,  veja o belo artigo de Edward Amadeo, relatório especial da Tendências Consultoria (26.05.03), O Que Divide os Economistas Brasileiros (em PDF)
O custo de chegar ao Poder (OESP, 01.06.03)

Existe almoço grátis? (Veja, 11.06.03)

Confiança e estabilidade (Veja, 06.08.03)

O ocaso do esquerdismo (Veja,17.09.03)

Inquietos e executivos (Veja, 26.11.2003)

O ano do fim das ilusões (Veja, 07.01.04)

Uma nova chance (Veja, 21.01.04)

Chamada para despertar (Veja, 18.02.04)

Inflacionismo não tem cura (Veja, 28.04.2004)

Notas sobre o clima (Veja, 26.05.04)

Verdades reveladas em 2004
(retrospectiva “filosófica” sobre 2004) (Veja, 05.01.05). A propósito da novela de Robert Louis Stevenson “O Médico e o Monstro” a leitura recomendada é de Roger Shattuck “Conhecimento Proibido” (Companhia das Letras, 1998) . Veja o interessante comentário do Dr. Luis Roberto Sabbato Para quem suspeita do “Grande Irmão” e o magnífico artigo do Presidente Fernando Henrique Cardoso, O sonho americano (O Globo, 06.02.05).

É preciso acreditar (Veja, 02.02.05). As políticas macro funcionam melhor quando o executante acredita nelas.

Inflação sem caráter preparado para a revista FOCO de 15.06.2005
.

Os enigmas da economia de 2005 (originalmente “O piloto sumiu, e não aconteceu nada”) artigo para a retrospectiva de 2005, edição especial de fim de ano, Veja (28.12.05).

Para entender o crescimento (Época, 25.09.06)

Três dilemas para 2007 (Época, 01.01.07). Veja também, de Alberto Tamer Para onde vai nossa economia? (OESP, 08.02.07).

PAC: um filme cabeça com truques velhos (Época, 30.01.2007). Também sobre o PAC, ver Piripaque de Paulo Rabelo de Castro (FSP, 31.01.07) e A Zelia está de volta, do blog de Guilherme FiuzaSobre o mesmo assunto ver O PAC é pouco (Valor Econômico, 29.01.2007)de Fábio Giambiagi. Para uma tímida defesa do governo ver Delfim Netto PAC, vale a pena apoiá-lo (FSP, 31.01.07)

As vantagens do pessimismo (ou as previsões de Greenspan) (Época, 12.03.07). Veja, a propósito, o artigo de Antonio Carlos Lemgruber A nova política monetária (FSP, 12.04.07) e tambem o artigo de

Ilan Goldfajn A economia mundial e as frágeis projeções (O Globo, 16.03.07).


Sete idéias ruins para jogar fora (Época, 20.05.07). Veja também o belo artigo de Mailson da Nóbrega Banco do Sul: de mal a pior OESP (13.05.07). Sobre a entrada da Venezuela e o que se passa com o Mercosul ver o artigo de Maria Clara do Prado Desmascarando o Mercosul (Valor, 10.05.07). Sobre outra idéia horrível (taxar as exportações) ver, de Alexandre Schwartsman, Cigarras, formigas e efeitos especiais (FSP, 30.05.07).

Até rádios quebrados estão funcionando (Época, 18.06.07).

É tempo dos neoliberais de ocasião (Época, 22.10.07).


A inovação que falta falta ao governo (Época, 08.10.07).

O Presidente ateniense (Época, 24.09.07). Outro sobre o mesmo tema da "apropriação indébita".


Os dilemas da Dinamarca morena (Época, 10.09.07). Sobre a "apropriação indébita" do Plano Real e da estabilidade pelo Presidente Lula e seus áulicos.

Lula e o milagre de 2007 (Época (31.12.07)

A arte de embaralhar causas e efeitos (Época, 28.02.08). Acerca deste momentoso debate, vale olhar o artigo triunfalista e auto-iludido do senador Mercadante Diziam (FSP, 16.03.08) e a belíssima resposta do senador Arthur Virgilio Tardia Conversão (FSP, 23.03.08). O senador Mercadante rebateu em Diziam ainda (FS, 04.04.08) e foi novamente contestado pelo senado Arthur Virgilio em Distorções ainda (FSP, 20.04.08)>

Sobre lagartixas e dragões (FSP, 05.07.08).

Medo e ganância (FSP, 19.07.08).

Em que planeta? (FSP, 13.09.08). Veja a magnífica charge de Chico Caruso, sobre o encontro dos ex-ministros da Fazenda, e o artigo de Miriam Leitão sobre o encontro Debate Perdido em (O Globo, 13.09.08)

A crise e o juros: deslocar a curva. Valor 14.09.2011


A transição incompleta, os dilemas da (macro) economia brasileira. Debate realizado em 25.08.2011 no IFHC, com Edmar Bacha, Pedro Malan, Persio Arida, Andre Lara Rezende e Gustavo H. B. Franco. Este é o link para a minha fala, há também para as outras. Veja aqui a apresentação power point que eu exibi.

A URV do Crescimento, para a série O Que Esperar de 2013? para o OESP (23.122012)

Tomates, pepinos e juros.  (OESP, 20/04/13)


O Caráter da inflação  em O Estado de São Paulo (26/01/14) e também em O GLOBO.


O Grande Tripé e o Pequeno em O Globo (27/04/14) .


Os amigos da inflação e seus disfarces em O Globo e no Estadão  de (25/05/14) .

A Copa e a Economia a propósito das lições sobre economia que a Copa nos trouxe, em O Globo e no Estadão  de (06/07/14)

Uma  Copa para os BRICS a propósito da criação de um banco de desenvolvimento capitalizado pelos BRICS e de uma mecanismo de liquidez (!?) para esses países, em O Globo e no Estadão  de (27/07/14) . Sobre o mesmo assunto vale olhar os artigos de Marcelo de Paiva Abreu "Uns mais iguais que os outros" OESP (23.07.14), Dani Rodrik "What the world needs form BRICS" (Project Syndicate, 27.04.14) e Barry Eichengreen "Banking on BRICS" (Project Syndicate,  13.08.14).

A economia de Dilma, sem rodeios  O Globo e no Estadão  de (28/09/14) .


Elogio à ambiguidade (o dom de iludir), sobre Joaquim Levy e as mentiras presidenciais, em O Globo e no Estadão  de  25.01.2015.

Cuidado com os idos de Março, O Globo e no Estadão  de  22.02.2015.



Salários, emprego, encargos, temas de economia do trabalho

Um mínimo de racionalidade (OESP & JB, 20.02.00)

A verdade sobre o salário mínimo em 1940 (OESP & JB, 09.04.00) Veja a propósito o artigo de Edward Amadeo e Paulo Guilherme Moreira de Melo O salário mínimo em 1940 e 2000, de 15.05.2000.

A novela do salário mínimo (17.12.00)

Pela redução do imposto sobre o emprego (Veja, 14.11.01)

Um novo contrato social
(com Laudelino da Costa Mendes, Veja, 13.03,02) Veja também, do mesmo Laudelino Mendes, Liberdade Liberdade (O Globo, 07.04.07). Em seguida leia o artigo de Elio Gasperi (FSP, 08.11.2006) Blindagem para o andar de baixo, e surpreenda-se. 

Milhões e milhões de empregos
(Veja, 25.09.02) Veja o documento citado A Agenda Perdida, e veja também o artigo de Sueli Caldas A Agenda que se Perdeu (OESP, 22.09.02).  Veja o maravilhoso artigo de Sueli Caldas Mudar a Justiça do Trabalho (OESP, 07.07.06). Veja o artigo de Mailson da Nóbrega Equívocos sobre o mínimo (OESP, 25.12.2005), e também Salário mínimo, desinformação máxima (OESP, 17.12.06)


REFORMA TRABALHISTA. Veja, a propósito deste importantíssimo assunto o magnífico artigo de Laudelino Mendes Liberdade Liberdade (O Globo, 07.04.07). O contrato civil, sugeruido  em Um novo contrato social (escrito em parceria com o mesmo Laudelino da Costa Mendes, Veja, 13.03.02), já está começando a aparecer, através das PJs (Pessoas Jurídicas), ver O bom exemplo das transportadoras de Antonio Wrobleski (OESP, 28.04.07). Em seguida leia o artigo de Elio Gasperi (FSP, 08.11.2006) Blindagem para o andar de baixo, e surpreenda-se. Veja também o texto de Suely Caldas Mudar a Justiça do Trabalho (OESP, 06.08.06) e o de Ali Kamel Os sem-direito (O Globo, 03.04.07).

O imposto sindical é uma criação patética (Época, 19.11.07). Sobre o mesmo assunto ver o artigo de Sueli Caldas Imposto sindical e sistema S (OESP, 11.11.07). Falando em sindicatos NADA pode ser mais patético que o apoio que o Sindicato dos Economistas, SINDECON-RJ, filiado à CUT), e o CORECON, deram à nova (e espero que efêmera) direção do IPEA no EXPURGO de quatro pesquisadores (Fabio Giambiagi, Regis Bonelli, Gervásio Rezende e Otavio Tourinho). Veja a patética Moção de apoio, e, mais interessante a versão comentada por Reinaldo Azevedo, intitulada Os "soviéticos" da economia brasileira: um documento asqueroso. Reinaldo se pergunta, ao fim, se economista precisa de sindicato. Ver também, sobre o "expurgo" os artigos de Elio Gasperi O comissariado está destruindo o IPEA (FSP, 29.06.08) e de Fabio Giambiagi O IPEA e as instituições (FSP, 29.06.08).

O realismo fantástico está entre nós (Época, 03.12.07)


O PLANO REAL: inflação e outros temas de macroeconomia

O Plano Real e a URV: fundamentos da reforma monetária brasileira de 1993-1994 Capítulo 2 do livro "O Plano Real e Outros Ensaios"

The Real Plan Texto para Discussão número 0354 (Abril1996) Departamento de Economia PUC-Rio (em PDF)

O enigma da inflação em URV (FSP e O Globo, 15.05.94)

Preços relativos e o nível geral de preços (FSP, 27.11.94
)

O inflacionismo de bom coração
(O Globo 01.07.95)

Viúvas da inflação (FSP, 24.09.95). Veja o comentário de Leonardo Basso Viúvas da desvalorização cambial? (FSP, 11.11.95)

Otimistas, pessimistas e anestesistas (FSP, 01.06.97)

Três anos de coisas simples (OESP, 29.06.97)

Os primeiros cinco anos (OESP e JB, 27.06.99)

O maior inimigo do pobre (OESP e JB, 08.08.99)

O que esperar de 2000? (OESP e JB, 16.01.00)

Perspectivas da Economia Brasileira: para além da conjuntura (palestra proferida no CIEE - Centro de Integração Empresa Escola - em 24.02.2000, no Fórum Permanente de Debates sobre a realidade Brasileira, e publicado na Coleção CIEE volume 38, maio de 2000)

Câmbio e inflação (OESP e JB, 02.07.00)

O próximo governo (OESP e JB, 12.11.00)

O penúltimo (ano de governo) (dezembro de 2000)

How Brazil Beat Hyperinflation (Palestra na Universidade da California Los Angeles (UCLA) , no "Hewlet Foundation and UCLA Multidisciplinary Workshop Series", em 21 de fevereiro de 2001, comentário por Leslie Evans)

O crime perfeito (Veja, 28.03.01)

Pessimismo (OESP e JB, 13.05.01)

A década pela metade (Veja, 20.06.01)

Sete anos de Plano Real (Veja, 04.07.01)

Começando bem 2002 (OESP e JB, 06.01.02)

Oito anos de Plano Real (Veja, 03.07.02)

Saudades de Fernando Henrique (Veja, 09.10.02)

Nove anos do Real (Veja, 09.07.03)

Dez anos da URV-real (Veja, 03.03.2004)

Real Dez Anos (Veja, 07.07.2004). Veja também o artigo de avaliação do Presidente Fernando Henrique Cardoso Confronto com a História (O Globo, 04.07.2004) e o artigo de Edmar Bacha Fim da inflação não basta para crescer (OESP, 01.07.2004) sobre os desafios futuros. Sobre o passado, e especialmente a propósito de avaliações sobre como poderia ter sido, caso caminhos diferentes tivessem sido trilhados, ver o artigo de Rogério Werneck O que poderia ter sido, dez anos do Real ensejam festival de análises contrafactuais (OESP, 01.07.2004) e o de Gesner de Oliveira O Real e o imaginário (FSP, 03.07.2004)


Auge e Declínio do Inflacionismo no Brasil Publicado na coletânea editada por  Fábio Giambiagi, André Villela, Lavinia Barros de Castro e Jennifer Hermann (orgs.) “Economia Brasileira Contemporânea, 1945/2004” (Rio de Janeiro, Editora Campus). Veja a resenha de Miriam Leitão e o artigo de Fabio Giambiagi Brasil, um olhar sobre a História (Valor, 23.11.04).

Discurso de agradecimento por ocasião da entrega da Medalha de Mérito Pedro Ernesto pela Câmara Municipal da Cidade do Rio de Janeiro aos “economistas do Plano Real”, Rio de Janeiro, 19 de maio de 2008. A propósito, ver o artigo de Roberto da Matta A realidade do Real (O Globo, 28.05.08). Veja também o artigo de Edmar Bacha Que inflação é essa? O retorno (Infomoney, 23.06.08) refletindo sobre artigo com o mesmo título escrito em 1988.

Sobre lagartixas e dragões (FSP, 05.07.08).

O Brasil e a crise (FSP, 11.10.08).


PLANO REAL. Ouça um extraordinário podcast, originalmente um program de rádio feito pela NPR (National Public Radio) americana sobre o Plano  Real e a URV com o título "How four drinking buddies saved Brazil" (como quatro companheiros de bebidasalvaram o Brasil)( NPR, 01.10.10, em ingles)


Plano Real: 15 anos em perspectiva (VALOR, 03.07.09, suplemento de fim de semana). Sobre 15 anos do Real ver também O Plano Real a reconquista do futuro, 01.07.2009, que também traz o noticiário sobre a solenidade comemorativa em sessão solene no Senado Federal. Veja a matéria na VEJA (08.07.09), Os Pais do Real, com depoimentos de FHC, Pedro Malan, Edmar Bacha, Persio Arida, Arminio Fraga e Gustavo Franco. Veja também a matéria para o portal UOL Real completa 15 anos; conheça seis visões sobre o plano com depoimentos de Delfim Netto, Arminio Fraga, Gustavo Franco, Glauco Arbix e Julio Gomes de Almeida e Mailson da Nobrega.

Plano Real, 15 (FSP, 01.03.09). (sobre 15 anos da URV)

O Instituto Teotônio Vilela promoveu um debate no Rio de Janeiro, em novembro de 2012, tendo como tema A Nova Agenda para o Brasil. Veja o link com todas as apresentações e falas. Para a versão maior da minha apresentação veja aqui.

E o real foi para as ruas a propóstio do 19o. aniversário do Real e dos maravilhosos protestos de junho de 2013, em O Estado de São Paulo (30/06/13)

VEJA a apresentação PPT feita no IFHC (Instituto Fernando Henrique Cardoso)  por ocasião do aniversário (19 anos) do Plano Real, sob o título O Plano Real aos 19 anos, o real está nas ruas". Em 1 de julho de 2013.

20 anos do Plano Real a propósito da URV, lançada em 28/02/1994, e que foi o começo de tudo, em O Estado de São Paulo (23/02/14) e também em O GLOBO.

Os Vinte anos do Plano Real  no Valor Econômico  de (27/06/14) .

 

DESENVOLVIMENTO e REFORMAS: modelos e controvérsias

Seis propostas para o próximo milênio (Veja, 05.01.99)

De novo, o falso problema (OESP & JB, 09.05.99)

Fórmulas para o crescimento (OESP & JB, 30.05.99)

O movimento populista (OESP & JB, 15.08.99)

Hora de escolher (OESP & JB, 05.09.99)

Os tribunais e o avanço das reformas (OESP, 10.10.99)

O que aconteceu com as reformas em 1999? (OESP e JB, 26.12.99)

A Década Perdida e a das Reformas
(OESP e JB, 30.01.00)

Desenvolvimento festivo (OESP & JB, 16.04.00)


Como fazer o impossível (OESP & JB, 14.05.00)

Choques de capitalismo (VEJA, 24.05.00)

O consenso de Aracaju (OESP & JB, 06.08.00) A propósito veja o comentário de Otaviano Canuto O Consenso de Aracaju (OESP, 08.08.00)

Tratamento pela metade (VEJA, 27.09.00)

Convergência (VEJA, 31.01.01)

O novo modelo brasileiro (artigo publicado em Brasil 21, encarte especial da revista Isto É em setembro de 2001) 

A revolta dos perdedores (VEJA, 30.01.02)

Fundamentos e escolas de pensamento (OESP, 17.02.2002)

Eu quero ser Juscelino Kubitschek
(VEJA, 24.04.02). A propósito veja o esclarecedor artigo de Marcelo de Paiva Abreu JK, sebastianismo e o mito (OESP, 16.09.02)

Pensamento único ou consenso brasileiro? (OESP, 14.04.02)

O Desenvolvimentismo do Século XXI (Veja, 19.03.03)

O capitalismo envergonhado (Veja, 17.03.04)

Transição inacabada.
Texto escrito para o Simpósio no Caderno Mais! Folha de São Paulo (21.03.2004), O colapso do desenvolvimento, seis economistas debatem saídas para a crise. Duas perguntas são respondidas: 1. Quais as razões da crise do desenvolvimento brasileiro nos últimos 25 anos? 2. Que políticas implementar para retomar o desenvolvimento econômico e social? Veja também os textos de Carlos Lessa, L. G. Belluzzo & M. Conceição Tavares, L. C. Bresser Pereira e L. C. Mendonça de Barros.

O Judiciário e a Economia
(Veja, 01.09.04). Veja também, a propósito do papel do Judiciário na definição das políticas públicas, dentre outros temas, o Discurso do Ministro Nelson Jobim ao tomar posse na Presidência do Supremo Tribunal Federal (STF). Veja o voto do Ministro César Peluso no julgamento da constitucionalidade da contribuição dos inativos, e veja também o magnífico estudo de Armando Castelar Pinheiro Direito e Economia num Mundo Globalizado: Cooperação ou Confronto? (fevereiro de 2003). Veja também Celebrando a Convergência prefácio de Direito e Economia, coletânea organizada por Luciano Benetti Timm. Thomson São Paulo: IOB Editora.  Veja o índice.

Para entender o crescimento (Época, 25.09.06)

A nova tecnologia para o crescimento (Época, 06.11.06).

A herança maldita e o verdadeiro papel do setor privado na nova equação de crescimento Seminário na EBAP-FGV (Escola Brasileira de Administração Pública da Fundação Getulio Vargas), Rio de Janeiro, março de 2007.

A maturidade do capitalismo brasileiro (Época, 04.06.07).  Dois editoriais interessantes sobre a internacionalização das empresas brasileiras: Por que investir fora (OESP, 03.06.07) e Internacionalização de empresas ganha força (Valor, 31.05.07). Veja a matéria de Sergio Lamucci e Raquel Landim Investimento externo cresce e atrai mais firmas (Valor, 29.05.07)


Inserção externa e desenvolvimento: o consenso envergonhado Publicado no número inaugural da revista Interesse Nacional, Ano I, Número 1, abril-junho de 2008.

A transição incompleta, os dilemas da (macro) economia brasileira. Debate realizado em 25.08.2011 no IFHC, com Edmar Bacha, Pedro Malan, Persio Arida, Andre Lara Rezende e Gustavo H. B. Franco. Este é o link para a minha fala, há também para as outras. Veja aqui a apresentação power point que eu exibi.


A URV do Crescimento, para a série O Que Esperar de 2013? para o OESP (23.122012).

Atlânticos e Pacíficos a propósito de uma América Latina Bolivariana que fracassa e de outra neoliberal que avança, enquanto o Brasil hesita, em O Estado de São Paulo (27/10/13) e também em O GLOBO


Reforma tributária

Um pacote feito todos os outros (Veja, 03.09.03)

Dois teoremas, duas reformas (Veja, 14.10.03)

Precarização tributária (Ve
ja, 12.11.03). Veja também o belo artigo de Pedro L. Bodin de Moraes Favelização da indústria: as conseqüências destruidoras da tributação ineficiente (OESP, 02.05.2003). Sobre o mesmo assunto veja também os excelentes artigos de Antônio Ermírio de Moraes Tributos versus informalidade (FSP, 09.11.03) e de Paulo Rabello de Castro O país dos tributos (O Globo, 10.11.2003).

Favela e informalidade (Veja, 12.05.04). Visite o site do IETS – Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade, que mantém um Observatório sobre as Favelas, e disponibiliza vários estudos sobre o assunto. Veja em particular Condições habitacionais no Estado do Rio de Janeiro: progressos e desafios de Ricardo Barros, Mirela Carvalho e Samuel Franco. Visite também o site do Instituto de Estudos sobre Ética Concorrencial – ETCO e especialmente o estudo “Eliminando as Barreiras ao Crescimento Econômico e à Economia Formal no Brasil” da McKinsey & Company, que ali pode ser encontrado. Veja também o texto do economista Friedrich Schneider comparando o tamanho da economia informal em 110 países.

Um réquiem para a CPMF (Época, 17.12.07), escrito logo após a votação. Ouça um podcast sobre o resultado da votação. Veja também 
A CPMF e o roteiro da insensatez (Época, 05.11.07), escrito antes da votação. Veja, a propósito, a apresentação de José Roberto Afonso no Senado: Por que CPMF e DRU (07.10.07).

CÂMBIO: política cambial, aspectos regulatórios, regimes

The Political Economy of the Brazilian 1994 Stabilization: the Role of the Exchange Rate Regime (“Lecture” no Center for Research on Economic Development and Policy Reform da Universidade de Stanford, outubro de 1999)

Painel sobre “Disinflation and Exit Strategy”, presidido por Jeffrey Frankel, com a minha participação e também de Edmar Bacha e John Williamson. O resumo inclui o restante do conteúdo do seminário Brazil in the 1997-1999 Financial Turmoil (Fourth Country Meeting of the NBER Project on Exchange Rate Crises in Emerging Market Countries, dirigido por Eduardo Loyo and Andres Velasco). Nas outras sessões do seminário temos também as intervenções de Peter Garber (Deutsche Bank), Thomas Glaessner (The World Bank), Luiz Correa Do Lago (PUC-Rio and Lorentzen Group), Eliana Cardoso (World Bank), Marcio Garcia (PUC-Rio), Paulo Leme (Goldman Sachs), Suman Bery (The World Bank), Ilan Goldfajn (PUC-Rio) e Nouriel Roubini (US Treasury Department and NBER)

O regime cambial e a conta capital: notas sobre o caso brasileiro Preparado para o CEMLA - Centro de Estudios Monetarios Latinoamericanos, Fevereiro de 1992 (em PDF).

Velhos e novos amigos da desvalorização (OESP & JB, 21.03.99). Escrito em resposta a O novo rumo do Brasil por Luiz Carlos Bresser Pereira (FSP, 16.03.99)

A favor da mestiçagem (OESP & JB, 02.05.99)

O pensamento do mercado (OESP & JB, 22.08.99)

Uma flutuação já não muito pura (OESP & JB, 12.09.99)

Mundell, amadores e profissionais (Boletim da Tendências , 25.10.99)

Uma política cambial em gestação (OESP & JB, 31.10.99)

O bebê de Rosemary (OESP & JB, 28.11.99)

Regimes cambiais (Transcrição de comentário feito no VI Encontro Anual dos Mercados Financeiros, realizado em dezembro de 1999, no Instituto Brasileiro de Economia de FGV).

O ano em que vivemos em perigo (OESP & JB, 09.01.00). Versão em inglês 1999 The year we lived dangerously... (Infobrazil.com, semana de 21 a 27.01.00)

O Fogo do Templo (OESP, 09.07.00)

Brincando com os números (OESP & JB, 26.11.00)

Dois anos de flutuação (Veja, 17.01.01)

Apenas um problema de confiança (OESP & JB, 25.03.01)

O problema do hedge (OESP & JB, 01.04.01)

Na quarta casa decimal (OESP & JB, 10.06.01)

Sobre câmbio, dogmatismo, e mestiçagem (OESP & JB, 24.06.01)

O que move a taxa de câmbio? (OESP & JB, 08.07.01)

A falta de tempero (Veja, 18.07.01)

Derivativos e risco sistêmico (OESP & JB, 05.08.01)

Você acredita em teoria econômica? (OESP & JB, 09.11.01)

O déficit, as empresas, e o contrato (OESP & JB, 01.11.01)
Exuberância ao contrário (Veja, 28.08.02)

O BC está inocente, ou quase (OESP, 13.10.02)

De volta ao bananal (OESP, 27.04.03)

O câmbio das estações (Veja,14.05.03)

Um câmbio de esquerda
(Veja, 24.11.04). A propósito da relação nada óbvia entre câmbio e exportações, vale rever o texto O que aconteceu com as exportações em 1999? (OESP & JB, 05.12.99), que mereceu, na ocasião, um comentário de Alexandre Schwartsman O que aconteceu com Gustavo Franco em 99? , distribuído informalmente entre seus clientes. Em reposta, produzi um comentário recente: O que aconteceu com as exportações desde então? O leitor interessado especificamente na relação entre preços de exportações e taxa de câmbio de consultar a edição de outubro de 2004 do Boletim Funcex de Comércio Exterior.

MOEDA FORTE. Dois episódios de valorização cambial, uma comparação, para a Conujntura Econômica vo. 60, n. 12, de junho de 2006. Em razão da valorização da taxa de câmbio ocorrida desde o final de 2002 até hoje (abril de 2006), o câmbio real caiu bem abaixo de onde estava quando o BC saiu do regime de bandas para o regime de flutuação em janeiro de 1999. Algumas análises sobre o novo episódio de “moeda forte” trazem novas perspectivas para o episódio anterior. A propósito de comparações estapafúrdias entre o governo FHC e o de Lula, ver texto imperdível de Marcelo de Paiva Abreu Lula e o barão de Munchausen (OESP, 08.05.2006). Ver Dois episódios de valorização cambial de Antônio Barros de Castro e Francisco Eduardo Pires de Souza (FSP, 29.03.06). Sobre “Dutch Disease”, ver Câmbio, reservas e "doença holandesa” de Affonso Celso Pastore e Maria Cristina Pinotti (Valor Econômico, 30.01.06) e também Ainda a "Dutch Disease" de Luiz Carlos Mendonça de Barros (FSP, 07.04.06). Veja a Carta do IBRE, da revista Conjuntura Econômica (novembro de 2006), Câmbio “valorizado”: uma nova realidade. Duas visões críticas sobre a tese segundo a qual a abundância cambial deve ser combatida com o crescimento das importações: Opções para a sangria de dólares de Luiz Carlos Mendonça de Barros (FSP, 25.08.06) e Julio Gomes de Almeida Uma reforma inoportuna (FSP, 08.03.06).  Veja-se também, de Dionísio Dias Carneiro Como conter a apreciação (OESP, 04.08.06). Veja o artigo de Benedicto F. Moreira para o Valor Por que exportadores pedem a desvalorização cambial. Veja o artigo de Mailson da Nóbrega Por uma nova abertura unilateral (OESP, 20.08.06) e também Uma idéia do além: Imposto de Exportação (OESP, 18.03.07). Ver também, de Claudio Haddad Na contramão do progresso (Valor, 29.03.07) e de Monica B. de Bolle Taxa de câmbio real é instrumento de política econômica?  (Valor Econômico, 28.03. 07) Veja também A real pressão sobre o Real (Valor 08.02.07) de Ilan Goldfajn, e de Márcio G. P. Garcia Juros e câmbio em queda (Valor 12.04.07). Ver também O real cada vez mais forte Giuliano Guandalin (Veja, 18.04.07).

O Real forte: Quatro hipóteses e uma má notícia ou O Real forte veio para ficar (Época, 24.04.07). Sobre o assunto (em particular o problema de a valorização cambial levar ao protecionismo) veja, de Alexandre Schwartsman, Nostalgia e tiro no pé (FSP, 18.04.07). Veja também os artigo de Mailson da Nóbrega Por uma nova abertura unilateral (OESP, 20.08.06) Uma idéia do além: Imposto de Exportação (OESP, 18.03.07) e de Claudio Haddad Na contramão do progresso (Valor, 29.03.07) e de Monica B. de Bolle Taxa de câmbio real é instrumento de política econômica?  (Valor Econômico, 28.03. 07). Veja também, de Claudio Shikida Quem tem medo das importações? Sobre o assunto (particularmente a propósito de aumento de tarifas aduaneiras para calçados e têxteis importados), duas visões polares: Na direção contrária de Ilan Goldfajn (OESP, 01.05.07) e de Benjamin Steinbruch O massacre dos Claudionores  (FSP, 01.05.07)

OS JUROS ALTOS E CÂMBIO BAIXO. O problema do câmbio é o superávit (Época, 15.02.07), o que não quer dizer que os juros não importam, como observa Márcio G. P. Garcia Juros e câmbio em queda (Valor 12.04.07) e de Luciano Coutinho O desafio da apreciação cambial (FSP, 15.04.07). Ver também de Gustavo Loyola BC- Influência limitada sobre o câmbio (OESP, 28.04.07).  

Sobre o argumento de que importações “reduzem” o PIB ver a matéria de Fernando Canzian Importação tira quase 2 pontos do PIB (FSP, 04.02.07). O argumento foi frontalmente atacado em Cui Bono de Alexandre Schwartsman (FSP, 078.02.07). Na mesma direção ver Importações e crescimento (Valor Econômico, 26.02.07) por Maria Cristina Pinotti & Affonso Celso Pastore. Ver também O real cada vez mais forte Giuliano Guandalin Veja (18.04.07)

A qualidade do debate sobre o câmbio (Época, 17.07.07).  Veja o artigo citado, de Marcio Garcia, Controles de capital não funcionam (Valor, 06.0.7.07).


O Tao do câmbio para principiantes (Época, 10.03.08).

A "posição" em derivativos. Valor Econômico 05.08.2011.A propósito da imposição de um IOF com alíquota de 1% sobre a posição vendida em derivativos cambiais. 

Veja a matéria "O câmbio é tão fixo quanto na minha época" por Raquel Landim para o OESP, 14 de outubro de 2012.

Temas regulatórios, institucionais, legislação e controles
Maturidade institucional no regime cambial sobre a ades”ao do Brasil ao Artigo VII dos Estatutos do FMI (OESP, 14.03.99)

Oficial, paralelo e o bicho (OESP e JB, 21.11.99)

Conversibilidade: o que está por vir? (Boletim da Tendências , 11.11.99)

Controles cambiais (1): o poder do Banco Central (Boletim da Tendências, 26.06.00)

Controles cambiais (2): por dentro do Banco Central (Boletim da Tendências, 27.06.00)

Desregulamentação cambial e a conta de capitais (OESP & JB, 19.08.01)

As contas CC5 (OESP, 04.08.02)

O oficial e o paralelo (Veja, 23.07.03).

A DESREGULAMENTAÇÃO  DA CONTA DE CAPITAIS: LIMITAÇÕES MACROECONÔMICAS E REGULATÓRIAS (versões em PDF, revistas e atualizadas). Disponível em versão condensada, para não-economistas, e em versão completa, com seção trazendo resenha dos estudos acadêmicos, especialmente econométricos, sobre a contra de capitais e o crescimento. Escrito em parceira com Demosthenes M. Pinho Neto e preparado para o seminário Aprimorando o mercado de câmbio brasileiro”, promovido pela Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F), São Paulo, 04.12.2003, e coordenado por Daniel Gleiser. Veja também os artigos sobre o seminário, de Daniel Gleiser Aprimorando o mercado de câmbio no Brasil (Valor Econômico, 08.Dez.03), de Eliana Cardoso Traveling light (Valor Econômico, 10.12.03) e mais especificamente sobre o nosso artigo ver o comentário de Luis Nassif Exorcismo cambial (FSP, 30.12.03). É imperdível o artigo de Gustavo Loyola sobre o tema A mais adiada das reformas (Valor Econômico, 17.11.03). Veja também outro excelente artigo de Gustavo Loyola, Motoqueiros, caronas e o mercado cambial (Valor Econômico, 09.02.04), e o da jornalista Mônica Izaguirre Incoerências das normas cambiais (Valor Econômico, 09.02.04). Veja também o artigo de Maria Clara R. M. do Prado Mais números no debate da conversibilidade (Valor Econômico, 13.05.04) e o de Gustavo Loyola Câmbio: os caminhos rumo à liberalização (Valor Econômico, 21.07.2004).  Veja também a reportagem especial do Valor Econômico (16.08.04) Abrir ou fechar, eis a questão, por Cynthia Malta e o artigo de Alexandre Schwartsman, Diretor de Assuntos Internacionais do BC, Descontrole nas contas CC5? . Mais três artigos recentes: um de Daniel Gleizer A conversibilidade da conta de capitais (Valor Econômico, 13.09.04) outro de Gilberto Tadeu Lima Sobre a proposta de plena conversibilidade do real (Valor Econômico, 15.09.04) e outro de Alexandre Schwartsman A mitologia das contas CC5 (Valor Econômico, 15.10.04).

A FIESP E A POLÊMICA DA “COBERTURA CAMBIAL”. Em fins de 2005, a FIESP e a FUNCEX apresentaram um projeto de lei cambial destinado a promover uma espécie de choque liberal na legislação brasileira, revogando a maior parte da legislação em vigor. O Projeto de Lei Cambial da FIESP (PLCF) foi recebido com reservas, conforme se percebe em Luís Nassif (Uma lei cambial antiindustrial", (FSP, 10.2.2006)) e em editorial do jornal Valor Econômico, de 13.02.2006 ("Os riscos de uma reforma apressada da lei cambial"). Roberto Giannetti da Fonseca saiu em sua defesa do PLCF com O câmbio em debate (FSP, 20. 02.2006). Uma vez citado, e de maneira deselegante, e tendo em vista o (ou a falte de) mérito do PLCF, respondi com O falso debate sobre o câmbio (FSP, 23.02.2006). Posteriormente, o governo passou lei alterando as normas para a chamada “ cobertura cambial”, liberalizando em princípio, mas impondo tantas regras, notadamente tributárias, que os efeitos parecem ter sido perto de nulos.

RESTRIÇÕES A ENTRADAS DE CAPITAL. Uma controvérsia sobre a efetividade das restrições às entradas de capitais de curto prazo em 1993-98. Bernardo Carvalho & Marcio Garcia apresentaram Ineffective controls on capital inflows under sophisticated financial markets: Brazil in the nineties no seminário de dezembro de 2005 da IASE – InterAmerican Seminar of Economics. Escrevi o comentário Capital inflows into Brazil, 1992-98: the nature and effects of controls and restrictions contestando a alegação de completa ineficácia, assim como a relevância dos “exemplos” de operações para  “driblar” a regulamentação. Veja também Pensamentos cambiantes (Época, 17.07.07).  Veja o artigo citado, de Marcio Garcia, Controles de capital não funcionam (Valor, 06.0.7.07).


CONTAS EXTERNAS BRASILEIRAS

O que aconteceu com as exportações em 1999? (OESP & JB, 05.12.99)

O que aconteceu com as importações em 1999? (
OESP & JB, 12.12.99)

Exportações: o mercantilismo em ação (OESP & JB, 02.04.00)

Só os dólares interessam? (OESP e JB, 11.06.00)

A balança comercial e seus truques (OESP & JB, 16.07.00)

Novos truques para as contas externas (OESP & JB, 23.07.00)

Coisas de Banco Central (sobre o CCR, Convênio de Créditos Recíprocos) (OESP & JB, 10.09.00)

O Menino e a Dívida (Veja, 13.09.00)

O câmbio e as exportações em 2000 OESP e JB, 31.12.00)

Ainda sobre as exportações em 2000 (OESP e JB, 07.01.01)

A substituição das importações (OESP e JB, 14.01.01)

A tal vulnerabilidade externa (OESP & JB, 04.03.01)

A ALCA já podia estar começando (Veja, 06.05.01)

O balanço de pagamentos no primeiro semestre (OESP & JB, 02.09.01)

Multinacionais e exportações (Veja 17.07.02)

Ciclos, verões e friorentos (OESP, 27.10.02)

Santa turbulência (Época, 12.03.07). Sobre uma crise que nunca existiu.

O novo PIB e os macetes da estatística (Época, 09.04.07). Sobre o assunto ver o artigo de Armando Castelar Pinheiro Novas contas nacionais: o Brasil está melhor? (Valor Econômico, 30.03.07) e também Veja o artigo de Gustavo Loyola “Novo" PIB: reformas não devem ficar para depois (Valor Econômico, 02.04.07).  Veja também As Conseqüências do Novo PIB de Ilan Goldfajn. Veja o que diz o IBGE: Notas metodológicas, a íntegra das contas 2002-05 e síntese.

O blackberry, as renas e a crise nos mercados (Época, 28.08.07). Veja também, de Carlos Alberto Sardenberg Quem está com o crédito podre, e quanto é  (OESP,13.08.07) e de Ilan Goldfajn A crise internacional e a dança das cadeiras (O Globo, 21.08.07)

Será mesmo que "do chão não passa" ? (Época, 14.08.07).

US$ 10 bilhões em um mes (Época, 03.08.07).

O problema da transferência (FSP, 30.08.08) trata novamente do assunto do momento, o problema causado pelo petróleo do pré-sal. Veja também Maldição ou bonança? (FSP, 16.08.08). Veja também o artigo de Ilan Goldfajn Desafios econômicos do pré-sal (O Globo, 18.08.08), de Mailson da Nobrega A maldição do pré sal (OESP, 31.08.08), de Marcio Garcia A macroeconomia do pré-sal (Valor, 29.08.08) e de Claudio haddad Quatro mitos do pré-sal (Valor, 28.08.08). Veja também um editorial da Folha de São Paulo com um título sugestivo Petropopulismo (FSP, 31.08.08)



The Brazilian development model: Trade orientation, the 2008 crisis and its influence on the choice of styles, escrito em parceria com Fausto Vieira, e apresentado  na conferência “Managing openness: outward-oriented growth strategies after the crisis”, em Washington, DC, May 10th, 2010


FMI – acordos e desacordos

Saídas para o FMI (Boletim da Tendências, 13.10.99)

Memórias da dívida externa (OESP & JB, 25.02.01)

Faz sentido renovar o acordo com o FMI? (OESP e JB, 22.07.01)

FMI, eleições e interesses nacionais (VEJA, 01.08.01)

Chega de FMI (Veja, 31.07.02). Sobre tese semelhante veja o artigo de Roberto Macedo Fora do FMI! (OESP, 15.08.02). Veja uma opinião mais recente, na mesma direção, de Paul Volkler na matéria Ex-FED sugere que país deixe “abrigo” do FMI (FSP, 27.08.03)

Um acordo singular
(Veja, 14.08.02)

Uma nova “âncora” fiscal (Veja, 01.10.03)


O Fundo soberano

  O cofrinho do ministro artigo de estréia para a coluna regular, no sábado, para a Folha de São Paulo, em 17.05.08. O assunto é mais uma má idéia do ministro: o  FSB - Fundo soberano do Brasil (veja a apresentação oficial). Veja também os artigos de Fabio Giambiagi (FSP, 21.07.08) (já sobre a versão mais nova do FSB),  Marcio Garcia O cofrinho e a cadeira (Valor,  06.06.08), Paulo Rabelo de Castro Salvando o cofrinho do Mantega (FSP, 04.06.08) e de três professores da Unicamp (Maria Cristina P. de Freitas, Geraldo Biasoto Júnior e Daniela M. Prates (nem eles acharam graça ...), Fundo soberano made in Brazil, Valor, 06.06.08). Veja também o artigo de Miriam Leitão O destino do cofre (O Globo, 17.05.08) e o de Yoshiaki Nakano Fundo Soberano Brasil (FSP, 18.05.08), de Afonso Pastore Dois erros de política econômica, e de Vinicius Torres Freire, com a defesa do ministro Mantega defende seu fundo (FSP, 18.05.08). Ver também o Cofrinho e poupança de Ilan Goldfajn (OESP, 25.05.08) e o pronunciamento do Senado Fransico Dornelles sobre o assunto em 20.05.08 no Senado. Para uma discussão mais genérica ver As novas crias do capitalismo (Época, 28.01.08). Veja, sobre o assunto, a matéria de capa em The Economist (07.01.08) The invasion of the sovereign-wealth funds, e também a matéria  Asset-backed insecurity.  Veja o paper de

Joshua Aizenman Reuven Glick Sovereign Wealth Funds: Stumbling Blocks or Stepping Stones to Financial Globalization? FRBSF (Federal Reserve Board of San Francisco) Economic Letter 38/2007, 14.12.2007. Mesmo antes do anúncio do ministro em 13.05.08, diversos economistas escreveram sobre a inconveniência de o Brasil criar o seu FRS: Claudio Haddad, Marcio Garcia, Maria Cristina Pinotti, Mailson da Nóbrega, Gustavo Loyola, Alexandre Schwartsman e Celso Ming. Veja o relatório de pesquisa da Goldman Sachs (Global Economics Weekly 07/38, 07.11.2007) Sovereign Wealth Funds Highlight the Changing World—and the Need for More.



GLOBALIZAÇÃO

Apresentação no Painel  “Latin America: Business and financial links” na conferência “Latin America: the European dimension” promovida pelo Royal Institute of Economic Affairs Conference, Coral Gables, USA, 02.10.2002.

Globalização: a mudança e a preguiça mental (Carta Capital, 21.08.96)

A federação européia e a nossa (OESP, 28.03.99)

Obstáculos políticos no G-7 aos programas preventivos
(OESP, 25.04.99)

A globalização é um boi voador (OESP & JB, 06.06.99)

Capitais de Motel (VEJA, 29.09.99)

A Batalha de Seatle (VEJA, 22.12.99)

O General Ludd e seus imitadores
(Veja, 28.02.00)

Sobre a economia dos EUA (OESP & JB, 26.03.00)

Bradies, crisis contagion and the architecture (15.03.00, "International Financing Review” Latin American Edition, April 2000)

O "Risco Brasil" e seus avaliadores (OESP & JB, 20.08.00)

O “Risco Brasil”: por que tão alto ? (OESP & JB, 27.08.00)

O Euro e o Esperanto (VEJA, 01.10.00). Veja algumas interessantes repercussões do artigo sobre a comunidade esperantista: Opiniões de peso sobre o Esperanto, de Fernando Marinho.

Praga sitiada (OESP & JB, 01.10.00)

Os Republicanos e o protecionismo americano (Veja, 22.11.00)

Davos e a sua “alternativa” (OESP & JB, 28.01.01)

As causas da riqueza ibérica (OESP & JB, 15.04.01)

Terror e (anti) globalização (16.09.01)

Keynes e o Afeganistão (VEJA, 26.09.01)

O exemplo do Plano Marshall (VEJA, 10.10.01)

O desafio à globalização vai além da economia  (VEJA, edição de fim de ano, 26.12.01)

Davos em Nova Iorque: Tolerância zero (OESP, 03.02.02)

Os malditos relatórios
(OESP, 15.05.02)

O olhar distante (VEJA, 22.05.02)

O significado do “risco Brasil” (OESP, 24.06.02)

Integração econômica (OESP, 29.09.02)


Perguntas difíceis sobre soberania (OESP, 23.03.03)

A economia global e o Brasil (Veja, 31.03.2004). Para uma análise mais técnica e completa da dinâmica do sistema monetário internacional, veja o texto An Essay on the Revived Bretton Woods System de Michael Dooley, David Folkerts Landau e Peter Garber.
National Bureau of Economic Research (NBER) Working Paper n. 9971 – Setembro de 2003.

Globalização e poder (Veja, 09.06.04). Não deixe de visitar o site do World Investment Reports, hoje publicados pela UNCTAD, e que trazem as melhores estatísticas e análises sobre o investimento direto global, abrangendo 187 países, incluídos os números sobre as 100 maiores EMNs, e as 50 maiores de economias emergentes.

O feijão e o sonho (Veja, 13.10.2004). Veja também, a propósito das reuniões anuais do FMI, e do Fórum Mundial de Davos , os artigos Davos em Nova Iorque: Tolerância zero (OESP, 03.02.02), Praga sitiada (OESP & JB, 01.10.00) e A Batalha de Seatle
(VEJA, 22.12.99).

As vantagens do pessimismo (ou as previsões de Greenspan) (Época, 12.03.07). Veja, a propósito, o artigo de Antonio Carlos Lemgruber A nova política monetária (FSP, 12.04.07) e tambem o artigo de

Ilan Goldfajn A economia mundial e as frágeis projeções (O Globo, 16.03.07)


O que explica nossas marcas históricas? (Época, 12.05.07). Veja o "press release" da Fitch Ratings a propósito do "upgrade" para o risco soberano brasileiro, agora faltando apenas um "degrau" (nesta agência) para o "Grau de investimento".  Veja  o "press release "  da Standard & Poors, que seguiu a Fictch e também concedeu um "upgrade"  ao Brasil.

O blackberry, as renas e a crise nos mercados (Época, 28.08.07). Veja também, de Carlos Alberto Sardenberg Quem está com o crédito podre, e quanto é  (OESP,13.08.07) e de Ilan Goldfajn A crise internacional e a dança das cadeiras (O Globo, 21.08.07)

Será mesmo que "do chão não passa" ? (Época, 14.08.07).

A recessão americana ainda está longe (Época, 11.02.08).

Nota cinco (FSP, 31.05.08). Veja, sobre o mesmo assunto, de Carlos Alberto Sardenberg O triunfo da ortodoxia (OESP, 02.06.08).


The Brazilian development model: Trade orientation, the 2008 crisis and its influence on the choice of styles, escrito em parceria com Fausto Vieira, e apresentado  na conferência “Managing openness: outward-oriented growth strategies after the crisis”, em Washington, DC, May 10th, 2010

A globalização e o Brasil (Valor, 30.10.10). Veja o artigo maior, com todas as tabelas, do qual este é resumo, e que será publicado com o título O Brasil e a Globalização na primeira década após o Plano Real: os censos do capital estrangeiro no Brasil 1995, 2000 e 2005 no volume de ensaios em homenagem a Dionisio Dias Carneiro. Ouça um podcast com o autor sobre o tema,  e veja os resultados de todos os censos diretamente no site do Banco Central.

Inconvenient asymmetries . Para o conjunto de ensaios da Think Tank 20, Brookings Institution (sobre a falta de democracia na China e suas implicações sobre a taxa de câmbio) (março de 2011).

Uma  Copa para os BRICS a propósito da criação de um banco de desenvolvimento capitalizado pelos BRICS e de uma mecanismo de liquidez (!?) para esses países, em O Globo e no Estadão  de (27/07/14) . Sobre o mesmo assunto vale olhar os artigos de Marcelo de Paiva Abreu "Uns mais iguais que os outros" OESP (23.07.14), Dani Rodrik "What the world needs form BRICS" (Project Syndicate, 27.04.14) e Barry Eichengreen "Banking on BRICS" (Project Syndicate,  13.08.14).

 

ARGENTINA

Como terminam os “currency boards” (OESP e JB, 23.05.99)

Sobre o pacote argentino (Boletim da Tendências , 03.09.99)

Sobre o futuro do Mercosul (Boletim da Tendências,  28.09.99)

Como sair de um "currency board"? (OESP e JB, 17.09.00)

O pacote argentino (OESP e JB, 24.12.00)

Por que a torcida contra a Argentina (18.03.01)


O “swap” argentino e a experiência brasileira (OESP e JB, 29.04.01)

Incêndios e bombeiros (VEJA, 12.08.01)

A nova conversibilidade VEJA, 26.08.01)

Lições da experiência argentina (OESP, 23.12.2001)

A vingança peronista (VEJA, 16.01.02)

Argentinos e cretenses  (OESP, 20.01.2002)

Argentina, Rússia, Ucrânia... (OESP, 28.04.2002)

FINANÇAS PÚBLICAS: ajuste fiscal, dívidas e déficits

A Superação do Inflacionismo: os termos de troca entre inflação e desenvolvimento Idéias e Debates, Instituto Teotônio Vilela n.4, 1997 PSDB. Veja o comentário de Celso Pinto Gustavo Franco e o "inflacionismo" (FSP, 30.05.97).

Déficits e orçamento

A federação européia e a nossa (OESP, 28.03.99)

Abaixo a repressão fiscal
(OESP e JB, 04.04.99)

Uma emenda de orçamento equilibrado (OESP e JB, 18.07.99)

A tirania fiscal (VEJA, 20.10.99)

O segredo das contas (VEJA, 06.10.99)

A revolução fiscal está apenas começando (OESP e JB, 13.02.00)

A regra de ouro dos "orçamenteiros"
(VEJA, 01.03.00)

Espertalhões e tesoureiros (Veja, 25.04.00)

A viúva precisa de uma bancada (VEJA, 10.05.00)

Vinculações de receita (OESP e JB, 13.08.00)

Os homens de meia branca (VEJA, 08.11.00)

O valor da embalagem (OESP e JB, 21.01.01)

Subsídios esquecidos (VEJA, 14.02.01). A este respeito ver o artigo de Edward
Amadeo Orçamento Social e as Renúncias Fiscais (Valor, 06.02.02)

A segunda revolta (VEJA, 08.05.02)

Superávit e sacrifício (OESP, 18.08.02)

Sobre orçamento e macumba (Veja, 19.02.03)

As contas públicas e o investimento (Veja, 20.08.03)


Um pacote feito todos os outros (Veja, 03.09.03)

O déficit continua, agora menor (Veja, 29.09.04). Veja também a matéria de Ronaldo França, nesta mesma edição da Veja, O sonho de ser um país normal.

Antes da reforma tributária (Veja, 19.01.05) e a Revolta da Jabuticaba (Veja, 1
6.02.05) ambos tratam de finanças públicas, e dos debates sobre o que há para avançar no  tocante ao orçamento, à despesa e aos impostos. A propósito, vale ler o estudo de José Roberto Afonso, sobre os resultados de 2004, comparados aos últimos anos e vale visitar sua home page. Veja a resposta do Dr. Joaquim Levy, Secretário do Tesouro, Entendendo os resultados fiscais do Brasil (O Globo, 12.02.05). Veja, a propósito desta interessante controvérsia, também os comentários de Miriam Leitão Falso brilhante (O Globo, 09.02.05) e Reação de Levy (O Globo, 11.02.05), o de Merval Pereira Muito imposto, pouco serviço (O Globo, 13.2.05) e finalmente o de José Roberto R. Afonso Lendo as contas públicas oficiais (O Globo, 16.02.05).  Para o leitor interessado em conceitos básicos vale olhar o artigo de Jennifer Hermann A Macroeconomia da Dívida Pública: Notas sobre o Debate Teórico e a Experiência Brasileira Recente (1999-2002), e principalmente as notas didáticas sobre política fiscal usadas no curso de macroeconomia 2 no Departamento de Economia da PUC-Rio. Não deixe de ler o magnífico ensaio de um de nossos maiores tributaristas, o Dr. Condorcet Rezende O Pandemônio Tributário.

Abaixo o superávit primário (Época, 09.10.2006). A propósito do mesmo assunto ver o artigo de Carlos Alberto Sardenberg Pelo lado das mentiras (OESP, 16.10.2006).

Uma espécie de crime perfeito (Época (14.01.08), é sobre o pacote que "compensa"  a CPMF. Veja também Um réquiem para a CPMF (Época, 17.12.07), escrito logo após a votação. Ouça um podcast sobre o resultado da votação. Veja também  A CPMF e o roteiro da insensatez (Época, 05.11.07), escrito antes da votação. Veja, a propósito, a apresentação de José Roberto Afonso no Senado: Por que CPMF e DRU (07.10.07). Veja o artigo de Paulo Guedes (O Globo, 17/12/08) A derrubada da CPMF, e o Roberto da Matta CPMF, carnaval e fúria O Globo (19.12.08).

Corte no orçamento? acredita quem quer (Época, 04.04.08).

A hora e a vez do déficit zero (FSP, 24.05.08). Veja um interessante exercício (PPT) de "modelagem" das teses do artigo, (disponível também em jpg) através de gráficos de um modelo macroeconômico.


Aperto e responsabilidade (FSP, 28.06.08). A mesma palavra "responsabilidade"  é utilizada por Mailson da Nóbrega em Lula é neoliberal? (OESP, 29.06.08).


 Guia prático para o adultério fiscal sobre maquiagem fiscal para O Estado de São Paulo (26/05/13).


Dívida pública

O que fazer com um tesouro? Uma fábula. (FSP, 30.10.10). São muitos os artigos sobre as manipulações na contabilidade pública na capitalização da Petrobrás. No mesmo tom fabuloso do artigo acima ver o de Jose Roberto Afonso Vale Tudo (OESP, 30.10.10)

Pelo fim dos “esqueletos”
(OESP e JB, 13.09.00). A este respeito ver também o editorial do Estadão, de 05.10.00, intitulado Arqueologia financeira
Fantasia de “esqueleto” (OESP e JB, 08.10.00)

A culpa pela dívida pública (VEJA, 09.09.01)

Dívida pública e fumaça verde (VEJA, 19.06.02)

O respeito aos contratos (OESP, 01.09.02)

Dívida Pública: a herança maldita (OESP, 15.09.02). Veja o Estudo da Secretaria do Tesouro sobre os Determinantes da Dívida Pública (em PPT)

O crédito público e os juros
(Veja, 27.10.04). Veja também o texto sobre “calotes” mencionado no artigo: Serial default and the “paradox” of rich to poor capital flows NBER (National Bureau of Economic Research) Working Paper Series n. 10.296, fevereiro de 2004. Veja também o magnífico artigo de Roberto Castelo Branco “Serial defaulter: uma sociopatologia à brasileira?” na revista Insight Inteligência VI (26) julho-setembro de 2004. Detalhe interessante: o leitor João Carlos Prolla, de Porto Alegre, escreve para observar que a frase citada pelo ex-ministro Pedro Malan é de Mencken.


A resposta de Madame Lagarde a propósito da infame carta escrita pelo ministro da Fazenda Guido Mantega ao FMI solicitando o endosso do organismo às maquiagens  da dívida pública brasileira, em O Estado de São Paulo (04/08/13)

 O tamanho do problema  em O Estado de São Paulo (24/11/13) e também em O GLOBO.


O Mal Estar da Dívida Pública, em O Globo e no Estadão  de  28.12.2014.


Privatização, PPPs e outros temas de políticas públicas

Reforma agrária: novos caminhos (OESP, 18.04.99)

Privatização: as novas fronteiras? (OESP e JB, 29.08.99)

Um drama carioca (Veja, 12.04.00)

Será culpa do Itamar? (VEJA, 22.06.00)
O indesejável poder de aumentar a gasolina (OESP e JB, 15.10.00)

Palpite infeliz (Veja, 25.10.00)

Jóias da coroa (OESP e JB, 03.12.00)

A privatização do saneamento (OESP, 31.03.02)

Fome Zero: uma proposta (OESP, 24.11.02)

O pior emprego do mundo (Veja, 18.12.02)

Palavras com P (Veja, 25.06.03)

Parcerias complicadas (Veja
. 21.07.04). Veja o material sobre as PPPs, inclusive o texto do projeto do governo, no site do Ministério do Planejamento. Veja o artigo do Presidente FHC, De marcha a (O Globo, 01.08.04) e também o editorial do Estado de São Paulo (21.07.04) Corrigir e aperfeiçoar o texto das PPPs. Veja também os artigos Parcerias Público Privadas: considerações de um economista, de André Franco Montoro Filho no Boletim da FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) Nº 285 - Junho/2004, e A importância da PPP, de Demian Fiocca (FSP, 06.08.04) e uma resposta do Ministro Guido Mantega ao artigo do Presidente FHC, Uma passo à frente (OESP, 08.08.04).

O novo contrato
. Sobre o financiamento da infra-estrutura na nova etapa do desenvolvimento brasileiro. Publicado no Anuário Exame, 2004-2005 – Infra-estrutura.

PRIVATIZAÇÕES. Quem poderia imaginar que este tema fosse trazido novamente para a pauta eleitoral? Em resposta a acusações tortas alguns esforços para esclarecer: Privatização - a verdade dos números (OESP, 25.10.2006) de Maria Silvia Bastos Marques. Ver também o Editorial O sucesso das privatizações (OESP, 28.10.2006). Veja o estudo mencionado pelo Editorial Análise do desempenho financeiro e operacional das empresas recentemente privatizadas no Brasil, de William Eid Junior, Marcos Poplauski Ribeiro e Ricardo Ratner Rochman. Veja também a série de artigos de Carlos Alberto Sardenberg sobre privatização Neoliberal, quem? (O GLOBO, 12.10.06), A rendição dos tucanos (O Globo, 26.10. 06) e Mais um caso de privatização (OESP, 06.11.06)

O que fazer com um tesouro? Uma fábula. (FSP, 30.10.10). São muitos os artigos sobre as manipulações na contabilidade pública na capitalização da Petrobrás. No mesmo tom fabuloso do artigo acima ver o de Jose Roberto Afonso Vale Tudo (OESP, 30.10.10)

Veja o artigo Perdendo no mérito a propósito do ataque generalizado à meritocracia, seja para pessoas ou para empresas, em O Estado de São Paulo (29/09/13) e também em O GLOBO.

Governo, governança e contrato em O Estado de São Paulo (24/11/13) e também em O GLOBO.

EDUCAÇÃO: ensino e economia, universidades


Quem tem medo de matemática?de Helio Gurovitz Exame Capital Digital (04.04.00)

O Menino e a Dívida (Veja, 13.09.00)

Chega ao fim a hegemonia da PUC (matéria no jornal Valor de 20.03.02 por Ribamar Oliveira). Sobre este mesmo assunto, porém sob um ângulo bem diverso, vale olhar a matéria Mestres do primeiro escalão (Medalhões da era FHC dão
aulas concorridas na PUC)
, publicada na Veja Rio, 22.10.03, por Fabio Brisolla. Veja a matéria na revista Época PUC no Poder. Veja Economia na PUC-Rio: notas de uma testemunha texto preparado para a coletânea Pensamento Econômico no Brasil contemporâneo, editada pela Ordem dos Economistas do Brasil, a ser publicado pela Editora Atlas.
 
O ensino pago e o bom governo (OESP e JB, 20.06.99) Capital humano e universidade pública (OESP e JB, 26.09.99). Veja a matéria de Camila Antunes e Monica Weinberg para a Veja (04.10.06) , O X da questão:  Pobres pagam para estudar nas faculdades particulares e ricos estudam de graça nas universidades públicas. Desmanchar esse xis é um grande primeiro passo.

O charlatanismo em aulas de economia (Época, 15.01.07). Sobre tema correlato – palavreado altissonante e vazio – ver Literatura e economia (Veja, 03.11.99). Sobre a velha, quem sabe imaginária, controvérsia entre ortodoxos e heterodoxos, veja José Alexandre Scheinkman A ortodoxia dos heterodoxos (FSP, 11.02.07) 

Economia na PUC-Rio: notas de uma testemunha Texto preparado para a coletânea Pensamento Econômico no Brasil contemporâneo, editada pela Ordem dos Economistas do Brasil, publicado pela Editora Atlas.

Veja os artigos de Ali Kamel O que ensinam a nossas crianças (O Globo, 18.09.07) e Efeito didático (O Globo, 16.10.07) a propósito de doutrinação de baixa qualidade impingida através de livros didáticos para o ensino secundário. Veja, a propósito, o comentário de Carlos Alberto Sardenberg As elites socialistas (O Globo, 20.09.07) onde recupera o falecido Leo Huberman, tema de outro belo artigo Socialistas no mundo do capital (OESP, 10.09.07).

Veja o artigo de Gustavo Iochpe Contra a gratuidade na universidade pública (Veja, 08.10.07). Veja o comentário dos leitores.


Perdendo no mérito a propósito do ataque generalizado à meritocracia, seja para pessoas ou para empresas, em O Estado de São Paulo (29/09/13) e também em O GLOBO. 

PREVIDÊNCIA: reforma, fundos de pensão, FGTS

The financial industry in a still young emerging economy: demographic and other long term trends in Brazil Apresentação feita no painel “Demographic trends and their impact on the financial services industry” da IMC-2002, International Monetary Conference, Montreal, 2-4 de junho de 2002..

Fundos de pensão: armadilhas a evitar (OESP, 07.03.99)

Previdência: a verdadeira reforma (1) (OESP & JB, 05.03.00)

Previdência: a reforma (2) (OESP & JB, 12.03.00)
 
O socialismo brasileiro (VEJA, 17.08.00)

FGTS e o saneamento (OESP & JB, 03.09.00)

Um novo FGTS? (VEJA, 11.04.01)

O maior dos esqueletos (VEJA, 05.06.02)

Neoliberais naturalizados (Veja, 22.02.03)

A ousadia necessária (Época, 20.11.06). Sobre possíveis reformas no FGTS veja-se Uma reforma para o FGTS, originalmente publicado na Veja (11.04.01), mas republicado em Crônicas da Convergência em versão melhorada. Veja também o texto de Pérsio Arida Mecanismos compulsórios e mercado de capitais: propostas de política econômica IEPE Casa das Garças, Texto para Discussão, n. 8, 2005.

 

 

MATERIAL DIDÁTICO

Programa do curso Seminário em Política Econômica (1999.1) PUC-Rio, e Provas

Programa do curso Eco 1666, (Departamento de Economia – PUC-RIO, 2004.1) “O sistema monetário brasileiro: aspectos institucionais e jurídicos”. (atualizado, 18.06.2004). Veja a primeira prova, e a segunda e última prova.

Programa do curso Eco 1666, (Departamento de Economia – PUC-RIO, 2004.2) “O sistema monetário brasileiro: aspectos institucionais e jurídicos”. (atualizado, 29.10.2004) Veja a primeira prova do curso oferecido em 2004.2, e a PROVA FINAL, a ser entregue em 11.12.04.

Programa do curso Eco 1673 (Departamento de Economia – PUC-RIO, 2006.1) “O sistema monetário brasileiro: aspectos institucionais e jurídicos”. (atualizado, 30.06.2006).  Veja a primeira prova e a prova final.

Programa do curso Eco 1673 (Departamento de Economia – PUC-RIO, 2008.1) “O sistema monetário brasileiro: aspectos institucionais e jurídicos”. 

(atualizado)

VEJA A PRIMEIRA PROVA.

VEJA A PROVA FINAL.

Programa do curso Eco 1673 (Departamento de Economia – PUC-RIO, 2010.1) “O sistema monetário brasileiro: aspectos institucionais e jurídicos”.
(links atualizados)
Veja os slides com o overview do curso
Veja os slides (um, dois e três) sobre " grau de independência"  do Banco Central do Brasil, anos 1980, conforme critérios de Cukierman.

Veja a PRIMEIRA PROVA
e
veja a PROVA FINAL


PROGRAMA do curso Eco 1673 (Departamento de Economia – PUC-RIO, 2013.1) “O sistema monetário brasileiro: aspectos institucionais e jurídicos”.

Veja os slides com o overview do curso

Veja a Prova Final (P2) de ECO 1673, para entrega em 5 de julho.

Veja  a PRIMEIRA PROVA de ECO 1673, para entrega em 17 de maio !





 

 

 

              NOVOS LIVROS

Maldade

para as resenhas, e para comprar, clique aqui.


Valor Econômico 9/12/2015
Revista Veja - Veja Recomenda, 2/12/2015
Revista Época - Vida, 16/11/2015
O Estado de S. Paulo – Economia & Negócios, 15/11/2015


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arte dos negócios

O livro reune frases e ideias imperdíveis sobre o mundo empresarial, colecionadas por Bill Ridgers,  em uma coletânea organizada para The Economist. A edição brasileira conta com um prefácio de Gustavo H. B. Franco.


Veja a resenha de Olga de Mello para o Valor (24.12.2014)

Para detalhes e links, clique aqui.

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Leis secretas

As leis secretas da economia:
revisitando as Leis do Kafka

Premiado com a segunda colocação no Jabuti 2013, na categoria Economia e Adminsitração.


Para detalhes e links, clique aqui.
Resenhas e comentários:

Parece brincadeira mas é a realidade com outras cores. É o título da matéria de Olga de Mello para o Valor Econômico 04.12.2012.  

Legislação irônica. De Sonia Racy para a Revista da TAM, junho 2013.


Veja a entrevista com George Vidor no Conta Corrente Especial em  15.12.2012


Ouça a entrevista sobre o livro concedida ao programa CBN na Madrugada.

Veja o  comentário de Mansueto de Almeida em seu Blog.

Veja a entrevista em video concedida para o portal do Estado de São Paulo.

Veja a entrevista em video sobre o livro  para o portal do Instituto Milenium.


Veja o artigo de Gustavo Patu para a FSP (04.12.12) Nem bodes nem opções.


Veja o artigo de Gustavo Patu para a FSP (01.12.12) Obra trata política econômica entre a galhofa e a melancolia: com ironia e desencanto, ex-presidente do BC traz 74 leis da economia.

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Hans Christoph Binswanger

Dinheiro e magia

 Uma crítica da economia moderna
à luz do Fausto de Goethe


Binswanger

  

Tradução:

Maria Luiza X. de A. Borges

Tradução dos versos de Goethe:

Marcus Vinicius Mazzari

Com uma "apresentação à edição brasileira"

e o posfácio

Fausto e a tragédia do desenvolvimento brasileiro

Por

Gustavo H. B. Franco




Para detalhes e links, clique aqui.
Resenhas e comentários:

A colossal e faustiana dimensão da economia. É o título da matéria de Olga de Mello para o Valor Econômico 06.12.2011.  

Todo governo tem um pacto com o diabo. É o título da matéria de  Elaine Cotta para o Brasil Econômico de  05.12..2011.


Ouça a entrevista sobre o livro concedida a Carlos Alberto Sardenberg para a CBN.


Veja a apresentação PPT relativa à "aula aberta" na Casa do Saber sobre "Dinheiro e Magia".


Veja uma entrevista sobre o livro para Mariana Sant`Anna e Valmir Moratelli, em 12/12/2011 do portal IG  sobre Dinheiro e Magia e outros temas de economia

Veja a matéria de João Sandrini, para a Exame on line, em  13/12/2011 Gustavo Franco explica a magia do dinheiro

Veja o comentário sobre o livro de um especialista, José Nivaldo Cordeiro Goethe a modernidade de 25/11/2011. 


Veja a esplêndida matéria de Diego Viana para o Caderno EU & Fim de Semana do Valor (03.02.2012)  "Por que devemos?" ou " As muitas caras da dívida" acompanhada de uma entrevista "Fausto, um retrato do capitalismo".


Veja a matéria de João Sandrini, para a Exame on line, em  13/12/2011, sobre o livro Dinheiro e Magia e outros temas econômicos: Gustavo Franco explica a magia do dinheiro


Veja o artigo O diabo do inflacionismo a propósito da invenção da inflação por Goethe e das tendências mefistofélicas do governo, em O Estado de São Paulo (30/03/14) e também em O GLOBO



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CARTAS A UM JOVEM ECONOMISTA
Conselhos para seus planos econômicos



cartas




Veja a bela resenha escrita por Antonio Pinto Ribeiro no blog Próximo Futuro, da Fundação Calouste Gulbenkian, 27 de setembro de 2010.

Veja a matéria de Maria Cristina Frias para a FSP Para um jovem economista (FSP, 13.09.2010).

Veja a matéria de João Sandrini para o Portal Exame 5 Conselhos de Gustavo Franco a investidores (17.09.2010).

Veja a matéria e entrevista em video para a TV Estadão (Os desafios e a solidão) e o Blog Radar Economico de Silvia Guedes Crespo, sobre o livro e sobre temas de conjuntura associados: Governo não tem como conter alta do Real. (17.09.2010)

Veja a matéria Gustavo Franco aconselha novos economistas no portal PUC Digital, 24.09.10

Veja o artigo Voce é populista? citado no livro, (O Globo, 24.10.1992)

Veja o artigo American economic growth and the voyage of Columbus citado no livro, (The American Economic Review 73 (4) Setembro de 1983)

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SHAKESPEARE E A ECONOMIA

Henry W. Farnam 

 Gustavo H. B. Franco


shakespeare



Veja o conta corrente especial, com Guto Abranches, sobre o livro e também a matéria exibida pela Globonews sobre o livro.


Veja o artigo Macbeth teria perdido o sono onde se busca a corrupção e o mensalão em Shakespeare, que saiu no Caderno Aliás em O Estado de São Paulo (04/08/13). VEJA A VERSÃO EXPANDIDA do artigo, com referências, citações e o desenvolvimento de certos temas que não couberam na versão publicada no jornal.

Shakespeare e a política no Brasil
(uma paródia de uma crônica de Machado de Assis, a famosa "Cena do cemitério"
). Veja o texto  que foi publicado na 
Dicta & Contradicta, e as imagens de personagens da política brasileira e a quem correspondem no universo shakespeariano. A propósito da crônica veja o texto de Claudia Esteves  "ACena do Cemitério: entre Shakespeare e Machado de Assis".



"Veja a matéria de Luiz Armanado Capra Filho O que Gustavo Frano tem a ver com Shakespeare para a revista Amanhã, 11 de junho de 2010.

Veja a matéria de Kelly de Souza Gustavo Franco examina a fortuna de Shakespeare (
6 de maio de 2010) e também o texto maior, com recomendações de leitura, para a Revista da Cultura, edição 32 de março de 2010.


Veja a matéria de Olga de Melo para o VALOR ECONÔMICO (20/11/09): Ter ou não ter, eis a questão, Shakespeare foi muito mais que dramaturgo e poeta. Fez fortuna também como empresário, como revela novo livro de Gustavo Franco.

Veja  também
Livro analisa a economia a partir da vida e obra de William Shakespeare na FOLHA ILUSTRADA 17/11/09.   

Veja  a matéria de Jerônimo Teixeira para a VEJA  (09.12.09) E Shakespeare criou o mundo (A obra do poeta abrangeu virtualmente todo o conhecimento de sua era de inovações. Um livro recém-lançado examina uma faceta proeminente dessa rica literatura: sua dimensãoeconômica. O autor de Rei Lear, afinal, morreu rico).

Veja a matéria de Leonardo Attuch para a Isto É Dinheiro (04.12.09)
Shakespeare, o empresário Em seu novo livro, Gustavo Franco decifra a alma capitalista do maior escritor de todos os tempos.


SAIBA MAIS (no site da Jorge Zahar Editores)

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TEMAS MACHADIANOS

Veja o artigo de Deonísio Silva O outro Machado de Assis, no Observatório da Imprensa, de 18.03.2008.

Curiosa matéria na Folha buscando ângulos ideológicos nas leituras de Machado de Assis, de Rafael Cariello e Sylvia Colombo Economistas liberais reinvidicam Machado
(Gustavo Franco defende que escritor fez críticas ao capitalismo manco brasileiro; para Giannetti, leitura à esquerda é reducionista) (FSP, 22.11.08). Veja a íntegra da entrevista concedida ao jornalista, e que não foi publicada.


Machado comunista (FSP, 06.09.08). Veja uma manifestação de leitor de esquerda, e respectiva resposta.


Maldades que fizemos com Machado de Assis (FSP, 04.10.08). Veja a imagem da cédula que "humilha" Machado de Assis com um carimbo que lhe subtrai 3 zeros.

A economia em Machado de Assis

O olhar oblíquo do acionista

Rio de Janeiro, Editora Jorge Zahar, 2007.


Machado_capa


VEJA O SUMÁRIO, E UM DOS 40 CAPÍTULOS (sobre "lambugens" para os intermediários de empréstimos do Império..


Veja as resenhas e comentários: Veja o comentário de Sergio Paulo Rouanet. Veja a resenha de Jerônimo Teixeira para a Veja (28.11.07) Pecados do Capital: crônicas de Machado de Assis revelam a barafunda econômica de sua época - e a posição sinuosa do autor sobre o tema. Ouça o podcast com a entrevista do organizador feita por Lauro Jardim para o radar On-LineVeja a nota de Flavia Oliveira Machado de Assis e o acionista em O Globo (11.11.07), e a matéria de Olga de Barros O investidor olha mas não enxerga para o Valor (06.12.07). Veja o comentário de José Fucs para a revista Época (31.12.07). Veja a resenha de Rodrigo Almeida para o Caderno Idéias do Jornal do Brasil (19.01.08) O capital oblíquo pelo Olhar de Machado de Assis. Veja Revista MUSEU (03 . 01 .2008) - Livro resgata a visão de Machado de Assis sobre temas econômicos.

Machado comunista (FSP, 06.09.08). Veja uma manifestação de leitor de esquerda, e respectiva resposta.


Maldades que fizemos com Machado de Assis (FSP, 04.10.08). Veja a imagem da cédula que "humilha" Machado de Assis com um carimbo que lhe subtrai 3 zeros.

Veja a matéria de Fernando Molica para o Jornal da Globo, em texto (os escritores no poder) ou em video, tratando em conjunto dos livros sobre Fernando Pessoa e Machado de Assis.

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A economia em Pessoa:
ensaios empresariais do poeta.

Rio de Janeiro: Editora Jorge Zahar, 2007.

PESSOA_Z

Trata-se da reedição de escritos pouco conhecidos de Fernando Pessoa tratando de economia e tópicos de administração de empresas (incluindo privatização, globalização, marketing, branding, governança corporativa, desregulamentação, entre outros), a maior parte de 1926, organizados e prefaciados por mim, e compreendendo uma “entrevista” com o Poeta, feita em 1972, por João Alves das Neves, presidente do Centro de Estudos Fernando Pessoa.

Veja o comentário sobre o livro do acadêmico Alberto da Costa e Silva  e o meu artigo para a Revista Wish Report ano 3 n. 14, 2007, O Debate em Pessoa.

 

Veja as resenhas e comentários: Veja as matérias de Luciana Rodrigues Lições de economia por Pessoa, ele mesmo (Livro reúne textos do poeta português escritos na década de 20

sobre temas como privatização e protecionismo) e a entrevista com o editor  (Gustavo Franco)  para O Globo 08.01.2007). Veja a coluna de Merval Pereira O poeta e a economia para O Globo (08.01.2007). Veja também a matéria de Fernando Dantas (OESP, 07.01.07) As idéias liberais e atuais de Fernando Pessoa. Veja os artigos O liberalismo do poeta fingidor e também Pound, Eliot e a economia, ambos de Oscar Pilagallo, para o Valor (12.01.2007). Veja também O economista e o poeta, entrevista com Gustavo Franco para Robinson Borges (Valor, 12.01.2007). Veja a resenha de Vinicius Mota para a Folha de São Paulo (14.01.2007) Coletânea traz

Fernando Pessoa como defensor do liberalismo. Veja a matéria de Leandro Loiola O economista e o poeta para a Revista Época (14.01.07), e a matéria de Leonardo

Attuch A economia em linha reta para a Revista IstoÉ Dinheiro. Veja o comentário de Roberto Cavalcanti de Albuquerque Fernando Pessoa, economista. Veja a matéria A economia sob o olhar do poeta, para o jornal O Povo, do Ceará, (12.03.07) por Ana Mary Cavalcante. Veja o artigo de João Alves das Neves Gustavo Franco comenta o "economista" Fernando Pessoa para o Diário de Açores (22.02.07).


A humanidade em Pessoa (FSP, 23.08.08).  Sobre o nacionalismo tal como visto por Fernando Pessoa.


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Temas (novos e velhos) em contínua discussão

 

CÂMBIO E “PRICING TO MARKET”. O “Paradoxo das exportações”, que é também das importações, é a continuação da discussão referente à relação entre câmbio e comércio exterior. Alguns artigos recentes: A inconsistência do debate (Valor Econômico, 13.10.05) de Maria Clara R. M. do Prado e O Paradoxo Cambial e as Exportações Brasileiras de Roberto Giannetti da Fonseca. Veja abaixo, na seção Polêmicas “Sobre a relação nada óbvia entre a taxa de câmbio e as exportações, e em particular sobre a relação entre taxa de câmbio e termos de troca”.




A DESREGULAMENTAÇÃO DA CONTA DE CAPITAIS: LIMITAÇÕES MACROECONÔMICAS E REGULATÓRIAS (versões em PDF, revistas e atualizadas). Disponível em versão condensada, para não-economistas, e em versão completa, com seção trazendo resenha dos estudos acadêmicos, especialmente econométricos, sobre a contra de capitais e o crescimento. Escrito em parceira com Demosthenes M. Pinho Neto e preparado para o seminário Aprimorando o mercado de câmbio brasileiro”, promovido pela Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F), São Paulo, 04.12.2003, e coordenado por Daniel Gleiser. Veja também os artigos sobre o seminário, de Daniel Gleiser Aprimorando o mercado de câmbio no Brasil (Valor Econômico, 08.Dez.03), de Eliana Cardoso Traveling light (Valor Econômico, 10.12.03) e mais especificamente sobre o nosso artigo ver o comentário de Luis Nassif Exorcismo cambial (FSP, 30.12.03). É imperdível o artigo de Gustavo Loyola sobre o tema A mais adiada das reformas (Valor Econômico, 17.11.03). Veja também outro excelente artigo de Gustavo Loyola, Motoqueiros, caronas e o mercado cambial (Valor Econômico, 09.02.04), e o da jornalista Mônica Izaguirre Incoerências das normas cambiais (Valor Econômico, 09.02.04). Veja também o artigo de Maria Clara R. M. do Prado Mais números no debate da conversibilidade (Valor Econômico, 13.05.04) e o de Gustavo Loyola Câmbio: os caminhos rumo à liberalização (Valor Econômico, 21.07.2004).  Veja também a reportagem especial do Valor Econômico (16.08.04) Abrir ou fechar, eis a questão, por Cynthia Malta e o artigo de Alexandre Schwartsman, Diretor de Assuntos Internacionais do BC, Descontrole nas contas CC5? . Mais três artigos recentes: um de Daniel Gleizer A conversibilidade da conta de capitais (Valor Econômico, 13.09.04) outro de Gilberto Tadeu Lima Sobre a proposta de plena conversibilidade do real (Valor Econômico, 15.09.04) e outro de Alexandre Schwartsman A mitologia das contas CC5 (Valor Econômico, 15.10.04).



O JUDICIÁRIO. O Judiciário e a Economia
(Veja, 01.09.04). Veja também, a propósito do papel do Judiciário na definição das políticas públicas, dentre outros temas, o Discurso do Ministro Nelson Jobim ao tomar posse na Presidência do Supremo Tribunal Federal (STF). Veja o voto do Ministro César Peluso no julgamento da constitucionalidade da contribuição dos inativos, e veja também o magnífico estudo de Armando Castelar Pinheiro Direito e Economia num Mundo Globalizado: Cooperação ou Confronto? (fevereiro de 2003). Este debate tem a ver com outro, mais específico, conforme revela a matéria de Sheila D’Amorim Ministros encabeçam ações contra ex-presidentes do BC (Na equipe de Lula, que hoje defende proteção a Meirelles, 5 já acionaram Justiça Federal)(OESP, 21.08.04). Veja o comentário de Eliane Cantanhêde sobre o assunto, Eu sou você amanhã, (FSP, 24.08.04) e a matéria de Ronaldo França Culpados por decidir (Ações judiciais atormentam as autoridades mesmo quando deixam o poder) (Veja, 08.09.04).

CPI do BANESTADO. A propósito do Relatório Preliminar da CPI, proposto pelo seu Relator, vale registrar diversas opiniões, todas na mesma direção. O editoriais do Jornal do Brasil O Fim da Trapalhada (JB, 15.12.04); de O Estado de São Paulo A Farsa que se Esperava (OESP, 16.12.04) e A CPI desmoralizada (OESP, 30.12.04); da Folha de São Paulo CPI dos Erros (16.12.04) e CPI Desastrosa (FSP, 29.12.04);  e de O Globo Uma Chance (15.12.04) e Desserviço (19.12.04). Veja também os artigos de opinião escritos por Jânio de Freitas Os Anos dos Bilhões (FSP, 16.12.04), Dora Kramer A PF Ostenta mas pelo menos faz: a CPI do Banestado cumpriu com maestria o seu destino, desmoralizou de vez as CPIs (OESP, 17.12.04); Luis Nassif A CPI das CPIs (FSP, 17.12.04) Dionísio Dias Carneiro A Divisa Sagrada e o Rinoceronte Normal (OESP, 19.12.40). Veja também a matéria da Veja (edição de 22.12.04) Mentor do Fiasco, a de Primeira Leitura, e trechos de entrevista do Ministro Antonio Palocci para O Globo (22.12.04).  Veja também a entrevista do ex-ministro Pedro Malan A CPI confundiu política pública com irregularidade para Fernanda Medeiros de O Globo (15.12.04) e o belo artigo de Guilherme Fiúza O galo vai cantar para o site No Mínimo (22.12.04). Veja também o artigo de Emilio Garofalo Filho, Colunista do DiárioNet, Câmbio, CPI do Banestado, Franco... Câmbio flutuante é uma conquista do País. Gustavo Franco conduziu o modelo escolhido, com coerência e devoção. E sempre demonstrou honestidade pessoal e intelectual. (24 de Dezembro de 2004). No mérito, o leitor interessado nos temas de regulamentação cambial trazidos pela CPI pode seguir, logo abaixo, a discussão sobre a desregulamentação da conta da capitais, em especial o ensaio escrito por mim em parceria com Demóstenes Madureira do Pinho. Veja também o meu Depoimento na CPI do Banestado, em 22.07.03 e transcrição dos debates. Tempos depois, a CPI do Mensalão, em 2005, traria novas luzes sobre a CPI do Banestado. Veja a matéria ESCÂNDALO DO "MENSALÃO"/

HORA DAS PROVAS, Documento, no valor de R$ 60 mil, foi achado no escritório de advocacia do deputado, CPI exibe cheque de

Valério para José Mentor, deputado do PT de Fernando Rodrigues, Marta Salomon e Rubens Valente (FSP 22.07.2005). Veja também Mentor recebeu R$ 120 mil de Marcos Valério de Bernardo de la Peña, Demétrio Weber e Gerson Camarotti (O Globo, 22.07.05). O Depuitado José Mentor teve a sua cassação recomendada pelo Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, mas, em plenário, não houve “quorum” para a aprovação de sua cassação.

MACARTISMO PETISTA. O Caso Banestado revelou o intuito pesecutório do PT, que vinha de antes, conforme revela a matéria de Sheila D’Amorim Ministros encabeçam ações contra ex-presidentes do BC (Na equipe de Lula, que hoje defende proteção a Meirelles, 5 já acionaram Justiça Federal)(OESP, 21.08.04). Veja o comentário de Eliane Cantanhêde sobre o assunto, Eu sou você amanhã, (FSP, 24.08.04) e a matéria de Ronaldo França Culpados por decidir (Ações judiciais atormentam as autoridades mesmo quando deixam o poder) (Veja, 08.09.04).Veja artigo de Pedro Malan Prezado Lula, ou recordar é viver (OESP, 08.10.2006) traz uma importante advertência contra o surto acusatório que parece crescer nos debates presidenciais, e que pode fazer reviver o “macartismo” que o PT sempre incentivou e praticou, felizmente com pouca conseqüência fora de suas próprias hostes.

 

ATUALIZAÇÕES: textos antigos e recuperados

O enigma da inflação em URV (FSP e O Globo, 15.05.94)

"ASPECTS OF THE ECONOMICS OF HYPERINFLATIONS: Theoretical Issues and Historical Studies of Four European Hyperinflations of the 1920s" Tese de Doutoramento, Departamento de Economia, Universidade de Harvard, Maio de 1986. A versão revista em abril de 1989, aqui disponível, tem como título "Hyperinflations: the experience of the 1920s reconsidered".

Arquivos PDF individualizados para os capítulos:
1.  General introduction and outline; 2.  Origins and factors; 3.  Adjustment issues; 4.  Inflationary finance (publicado em português em Pesquisa e Planejamento Econômico 18(2) Agosto de 1988); 5.  Inflation and adjustment; 6.  Dollarization; 7.  Fiscal “reforms” (publicado em português em Revista Brasileira de Economia 41(4) Outubro/Dezembro de 1987, veja aqui); 8.  The League schemes; 9.  Poland: the battle of the zloty; 10.  The rentenmark  “miracle” (publicado em português em Revista Brasileira de Economia 43(3) Julho/Setembro de 1989, veja aqui); 11. Epilogue e Bibliography.

Platitudes e bobagens
(Veja, 02.04.03). Veja também o artigo de Mailson da Nóbrega Os Escolásticos do PT (OESP, 30.03.03). Veja o texto da Emenda Constitucional n. 40 (antiga PEC53/99) finalmente aprovada em maio de 2003.

O regime cambial e a conta capital: notas sobre o caso brasileiro Preparado para o CEMLA - Centro de Estudios Monetarios Latinoamericanos, Fevereiro de 1992 (em PDF).


BANCO CENTRAL

Seis Anos de Trabalho: um balanço
Discurso de despedida, proferido por ocasião da transmissão do cargo de Presidente do Banco Central do Brasil ao Dr. Armínio Fraga (08.03.99). Veja também a  Nota de despedida lida na manhã do dia 13.01.99. Veja o comentário de Alberto Dinis.

Novos caminhos do desenvolvimento
Depoimento na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal em 17.06.98

Central Banker of the Year –1998Prêmio concedido pela revista Euromoney. Veja o texto de Brian Caplen.

Reestruturar a dívida externa?

Depoimento ao Senado Federal em 22.07.96, como subsídio ao processo de aprovação da Resolução 69-1996 aprovando as operações de “troca de dívida”, através das quais a República ficava autorizada a emitir novos títulos de dívida externa em troca de títulos pré-existentes, originados na adoção pelo Plano Brady (veja estudo descritivo). A primeira dessas operações, a emissão do “Brazil-2027”, de 30 anos de prazo, foi altamente bem sucedida e premiada (um dos 10 “deals of the decade” segundo a revista Latin Finance). Veja três artigos de Celso Pinto sobre o assunto: O sucesso dos "global bonds" (FSP, 05.06.97), Um exagero e um paradoxo (FSP, 06.06.97) e A troca dos "Bradies" (FSP, 16.06.97). Diversas outras se seguiram. Veja documento de 1999 sobre Benefícios das Trocas, e de julho de 2000 com um Resumo de todas as seis trocas feitas desde 1999 Veja um resumo de troca feita em julho de 2003.

Depoimento na CPI dos Bancos em 24.08.99: documento de propostas e transcrição dos debates (em PDF)

Depoimento na CPI do PROER em 03.10.2001: depoimento e transcrição dos debates. Veja também o Sumário do Relatório Final da CPI e os capítulos VI. Considerações Finais e VII. Conclusões e Encaminhamentos (em PDF). Veja, a propósito, Editorial de O Estado de São Paulo, de 08.04.2002, A CPl do Proer: Uma longa investigação acabou mostrando a utilidade do Proer

Depoimento na CPI do Banestado, em 22.07.03 e transcrição dos debates.
 
A tática no uso das reservas (OESP, 03.04.96)

Bamerindus: quanto custou? (FSP, 31.08.97). Veja a este respeito o comentário de André Lara Rezende em Voto, bancos e dinheiro público (FSP, 02.09.97)

Moeda e cidadania (OESP & JB, 12.07.98)

O Copom e suas manifestações (OESP & JB, 25.06.00)

Coisas de Banco Central (OESP & JB, 10.09.00)
 
Excelência em projeções (OESP & JB, 08.04.01)

Regras flexíveis  (OESP, 03.03.02)

O BC está inocente, ou quase (OESP, 13.10.02)

O papel do Banco Central (OESP, 08.12.02). Sobre o mesmo tema veja também o belo artigo de Sérgio Abranches A Presidência do Banco Central (Veja, 11.12.2002)

A área  econômica (Veja, 08.01.03)

A liturgia dos bancos centrais (Veja, 04.02.04)

Uma longa história (Veja, 27.10.04). Veja ao lado uma discussão sobre o Conselho Monetário Nacional, o CMN.

Sobre Moeda, liberdade, privilégio e o atraso institucional brasileiro.
Palestra proferida em painel sobre Liberdade Econômica por ocasião de evento de lançamento do IERN (Instituto de Estudos
da Realidade Nacional). Rio de Janeiro, 17 de março de 2005.

A SUMOC surge como embrião do Banco Central artigo para o volume “Noventa anos de economia brasileira: marcos institucionais e do desenvolvimento (1915-2005), comemorativo dos 90 anos de Brasil da Price Waterhouse e Coopers.

Sobre o “status” de ministro do presidente do BC e as implicações da nova lei sobre o debate sobre a independência do BC, veja o interessante artigo de Cid Heraclito de Queiroz O presidente e o Banco Central (OESP, 14.05.2005). Sobre independência do BC vale olhar o artigo recente de Cristovam Buarque Mil dias e um novo rumo (JB, 01.10.05).

A lógica de Kafka (Época, 01.03.07). Por que há sempre um ortodoxo e um heterodoxo nas equipes ministeriais de todos os governos?

Idéias sobre moeda, câmbio, bancos (inclusive o central) e macroeconomia em geral Por ocasião do Seminário Idéias e conseqüências, promovido pelo Instituto Liberdade, Porto Alegre, 29 de agosto de 2006.


Uma longa adolescência: fases da história monetária brasileira texto a figurar em volume Idéias e Conseqüências, composto das falas no seminário onde foi feita a apresentação PPT Idéias sobre moeda, câmbio, bancos (inclusive o central) e macroeconomia em geral Por ocasião do Seminário Idéias e conseqüências, promovido pelo Instituto Liberdade, Porto Alegre, 29 de agosto de 2006.



O PROER do governo americano (Época, 24.03.08). Veja o artigo de Gustavo Loyola Eles como nós, nós melhores que eles (Valor Econômico, 31.03.08). Ver também, de Carlos Alberto Sardenberg O público e os amigos (O Globo, 12.06.08). Veja também, sobre o nosso PROER, agora exaltado pelo Presidente Lula, o estudo de Geraldo Villar Sampaio Maia Reestruturação Bancária no Brasil: O Caso do Proer, Notas técnicas do Banco Central do Brasil, Número 38, Junho de 2003.

A crise (não) bancária (FSP, 20.09.08). Ouça um podcast sobre a crise, e suas analogias com a crise bancária brasileira de 1994-97.


O subprime brasileiro (FSP, 27.09.08).

Responsabilidade limitada (FSP, 18.10.08).


A crise e o juros: deslocar a curva. Valor 14.09.2011.


A Independência do Banco Central   em O Globo e no Estadão  de (14/09/14) . 



50 anos do Banco Central, O Globo e o Estadão  de  29.03.2015.




Independência do Banco Central e o Artigo 192

A sinuca do 192 (Veja, 02.08.00). Veja também o lúcido artigo de Gustavo Loyola A autonomia do Banco Central e a sucessão presidencial (Boletim Tendências, 29.08.00)
                               
A independência o muro e os “imexíveis” (OESP & JB, 10.12.00)

Independência, mandatos e quarentena (OESP & JB, 08.03.01)  

Autonomia para servir  (OESP & JB, 08.03.01)

Quanto vale a independência do BC? (OESP & JB, 07.12.01)


A Democracia Sofismática (comentário sobre o artigo Bank on Democracy de Sheri Berman & Kathleen R. McNamara em Foreign Affairs 78 (2) March/April 1999, publicado na revista Insight Inteligência Ano II n. 9, Edição Especial, Novembro de 1999 a Abril de 2000)

Regras e mandatos (Veja, 10.04.02)

Platitudes e bobagens (Veja, 02.04.03). Veja também o artigo de Mailson da Nóbrega Os Escolásticos do PT (OESP, 30.03.03). Veja o texto da Emenda Constitucional n. 40 (antiga PEC53/99) finalmente aprovada em maio de 2003.

Ainda sobre o Artigo192
(OESP, 06.04.03)

O Banco Central deve ser independente? Sim, Antes de tudo, por uma questão de ética (Exame, 04.02.04)

Uma longa história
(Veja, 27.10.04). Veja na seção “Polêmicas” uma discussão sobre o Conselho Monetário Nacional, o CMN: Sobre a (má) idéia de ampliar o número de membros do Conselho Monetário Nacional, veja os artigos recentes de José Antônio Moroni CMN: economia ou democracia (FSP, 29.06.2005) e Sérgio Werlang O Conselho Monetário Nacional não deve ser ampliado (Valor, 13.06.05) e também um novo editorial da Folha de São Paulo Ampliar o CMN (FSP, 12.05.05). Veja também os artigos de Maílson da Nóbrega Sarna para se coçar (OESP, 05.06.05 ) e os artigos de Sergio Werlang (FSP, 28.05.05)  Órgão técnico, decisões ponderadas, contrário ao aumento do números de conselheiros e, na direção oposta, o de Luiz Marinho Democratização responsável (FSP, 28.05.05). Veja também, de grande interesse antropológico, o artigo do presidente da FIESP, Paulo Skaf Legítima Participação (FSP, 22.05.05). Veja também os artigos de Gustavo Loyola Conselho Monetário não é o Congresso (OESP, 26.09.04), Maílson da Nóbrega O Conselho Monetário deve ser extinto (OESP, 10.10.04) e de Jairo Saddi Um novo Conselho para garantir a autonomia do BC (Valor Econômico, 21.10.04). Todos na mesma direção. Dois editoriais sobre o assunto, um a favor da ampliação do CMN – Mudar o CMN e o BC (FSP, 19.09.04) outro contrário, A “democratização” do CMN? OESP (30.09.04). Veja um histórico do problema.


O realismo fantástico está entre nós (Época, 03.12.07)


O Senador e o Banco Central (FSP, 14.06.08). Veja, sobre o  assunto da independência das agências reguladoras, dois editoriais na mesma linha, publicados no dia seguinte: da Folha de São Paulo Regular as agências (FSP, 15.06.08), e de O Estado de São Paulo  Da Varig às teles, o mesmo jogo (OESP 15.06.08). Sobre a PEC que alterou o artigo 192 da CF, de autoria do Sen. Jefferson Peres ver Independência, mandatos e quarentena (OESP & JB, 08.03.01) e também, de Jairo Saddi Enfim temos um novo Artigo 192.


A Independência do Banco Central   em O Globo e no Estadão  de (14/09/14) . 

 

EMPREENDEDORISMO e NOVA ECONOMIA

A Nova Economia chegou para ficar em Cid Torquato (org.) E-Dicas: Desvirtualizando a Nova Economia São Paulo, Usina do Livro, 2002

Uma nova existência para as bolsas (OESP & JB, 13.06.99)

Jovens empreendedores e vietcongues (OESP & JB, 24.10.99)

A culpa é do Bug (VEJA , 08.12.99)

O valor das coisas (VEJA, 19.01.00)

O lotação e a internet (VEJA, 16.02.00)

A Califórnia ainda está longe (VEJA, 15.03.00)

Da dependência à conectividade
(VEJA, 26.04.00) 

Por que as empresas brasileiras são tão baratas? (OESP & JB, 23.11.01)

Exclusão virtual: todo avanço tecnológico gera desigualdade. Será que isto é ruim? (EXAME NEGÓCIOS abril de 2002)

O capitalismo envergonhado (Veja, 17.03.04). Sobre o assunto é obrigatória a leitura da matéria O Brasil entre os piores do Mundo (Veja, 28.01.04)

O Nacional Empreendedorismo (Veja. 04.0
8.04). Para mais informações sobre o tema, visite o site do Instituto Endeavor e também o da ANPROTEC – Associação Nacional das Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores.

TEMAS FINANCEIROS: política monetária, bancos e mercado de capitais

Política monetária (ver também acima a seção Banco Central)
Circumstances and Institutions: Notes on Monetary Policy in Brazil in the Last 14 Years “Paper” apresentado na Conferência Sobre Reformas nas Políticas Fiscais e Financeiras na América Latina promovido pelo Center for Research on Economic Development and Policy Reform da Universidade de Stanford, novembro de 2000. Publicado em José Antonio Gonzalez, Vistorio Corbo, Anne º Krueger e Aaron Tornaell (editores) Latin American Macroeconomic reforms: the second stage University of Chicago Press, 2003.

O que aconteceu com os juros em 1999? (OESP & JB, 19.12.99)

Por que os juros não caem? (OESP & JB, 21.05.00)

Política monetária e dívida pública (OESP & JB, 18.06.00)

Juros de um dígito? (OESP & JB, 30.07.00)

O papel da crise (OESP & JB, 22.04.01)

Taxas de juros: por que tão altas? (Veja, 13.02.02)

Metas de Inflação (OESP, 26.05.02)

Dívida pública e fumaça verde (Veja, 19.06.02)

Polícia monetária e circunstâncias (OESP, 26.01.03)

Metas de inflação e cartas de intenção (Veja, 05.02.03)

Fausto e a política monetária (Veja, 28.05.03). Veja, na mesma temática o artigo de Márcio David Mattos Mefistófeles e a política monetária no segundo governo Lula (28.03.07).

Até onde podem cair os juros ?
(Veja, 10.12.03)

A liturgia dos bancos centrais (Veja, 04.02.04)

Como no tempo da hiperinflação (Veja, 18.08.04). A este respeito
veja o artigo Alongamento da dívida pública e política monetária (Valor Econômico, 16.08.04) de Carlos Kawall Leal Ferreira (Economista-chefe do Citibank e Professor da PUC/SP) e de Murilo Robotton Filho e Adriana Beltrão Dupita. O mesmo trio escreveu um ensaio acadêmico rigoroso sobre o assunto intitulado Política monetária e alongamento da dívida pública: uma proposta para discussão. O tema também foi levantado numa entrevista do Presidente FHC à revista Primeira Leitura

, e foi objeto de um artigo Uma nova política de juros (FSP, 06.08. 04) de Luiz Carlos Mendonça de Barros. Veja também um artigo meu mais antigo O papel da crise (OESP & JB, 22.04.01). A propósito deste mesmo tema veja-se Notas sobre crowding out, juros altos e LFTs preparado para o seminário patrocinado pela ANBID (2°. Seminário ANBID de Mercado de Capitais) em 09.11.2005 e discutido posteriormente em brainstorming no IEPE- Casa das Garças em 23.11.2005.


Veja, a propósito, a matéria de Giuliano Guandalini, 5 lições para derrubar o juro e crescer mais, para a Veja (24.05.06). Veja a matéria de Angelo Pavini Economistas avaliam alternativas para a substituição de LFTs para o Valor Econômico, 22.05.2006

Onde estão os juros? (Veja, 15.09.04). Uma das muitas questões interessantes levantadas por leitores foi a seguinte: devem as lojas estar obrigadas a oferecer sempre um preço á vista consistente com o que é oferecido no parcelamento “sem juros” ? Veja o argumento no texto de Felipe de Souza Peñaloza Sobre o Equilíbrio nas Relações de Consumo e a Diminuição da Taxa de Juros no Varejo: Uma Crítica ao Código de Defesa do consumidor. Veja também o comentário de Ernesto Friedman Quem escondeu os juros, para o site Polemikos. Veja um interessante artigo artigo recente de Luis Nassif As prestações sem juros (FSP, 28.04.05)

O crédito público e os juros (Veja, 27.10.04). Veja também o texto sobre “calotes” mencionado no artigo: Serial default and the “paradox” of rich to poor capital flows NBER (National Bureau of Economic Research) Working Paper Series n. 10.296, fevereiro de 2004. Veja também o magnífico artigo de Roberto Castelo Branco “Serial defaulter: uma sociopatologia à brasileira?” na revista Insight Inteligência VI (26) julho-setembro de 2004. Detalhe interessante: o leitor João Carlos Prolla, de Porto Alegre, escreve para observar que a frase citada pelo ex-ministro Pedro Malan é de Mencken.

Inflação (a nova) e política monetária (a velha)  (Veja, 02.03.05).


Por que os juros são altos (Veja, 08.12.04). Sobre a influência das contas fiscais sobre os juros, e especificamente sobre o fenômeno conhecido como “crowding out” vale utilizar o interessante glossário de termos em “economês” preparado pelo Professor Antonio M. de Almeida Serra, da Universidade Técnica de Lisboa. A revista The Economist também tem disponível um abecedário de termos técnicos em economia, embora em inglês. Um recurso muito útil para estudantes (disponível apenas em inglês)  é o site Macroeconomics resources for students, que inclui um livro texto on line (Macroeconomics de Manfred Gärtner). Como o site é “pan-europeu”, há muito material em português, incluindo um dicionário com traduções de termos técnicos do inglês para 13 outras línguas, incluindo o português.

Forresp Gump e a taxa de juros (Época, 18.12.06).

TAXAS DE JUROS Apresentação feita na Casa do Saber, no ciclo Grandes Problemas Brasileiros, São Paulo, 15.05.07.

O problema dos juros (FSP, 26.07.08).


 Por que o Brasil é o campeão mundial de juros altos. Valor Econômico 27.07.2011. É o resumo de um texto maiorr, produzido para um debate na Casa do Saber em 13.06.2011 com o título Por que juros tão altos, e o caminho para a normalidade

A crise e o juros: deslocar a curva. Valor 14.09.2011

Veja o artigo Tomates, pepinos e juros. Artigo de estreia para a coluna mensal em O Estado de São Paulo (20/04/13).


Bancos e temas regulatórios

Fundos e bancos (OESP, 11.04.99)

O BC e a supervisão bancária (OESP & JB, 16.05.99)

Idéias para a extinção dos bancos estaduais (OESP & JB, 17.10.99)

A cunha prudencial (Boletim da Tendências, 16.12.99)

O que pode acontecer com o Banespa
(Boletim da Tendências, 04.01.00)

Bancos estrangeiros, bancos estaduais e o pedágio (Boletim da Tendências, 16.02.00)

Bancos estrangeiros e crise bancária (OESP & JB, 19.03.00)

O gigantesco custo do crédito (Veja, 29.10.03). Veja o artigo de Otavio de Barros e Zeina Latif O debate sobre o tamanho dos spreads bancários está desfocado. Veja também a pesquisa feita pelo Banco Central e suas atualizações.


O PROER do governo americano (Época, 24.03.08). 

Mercado de capitais

Uma nova existência para as bolsas (OESP & JB, 13.06.99)

Bancos estaduais e federais(Veja, 19.07.00)

Os EUA e o custo do capital (OESP & JB, 07.05.00)

O mercado de capitais e o superávit primário (OESP & JB, 29.04.01)

Mercado de capitais: por que não deslancha (OESP, 17.03.02) A este respeito ver também o editorial do Estadão, de 19.03.02, intitulado O Tesouro contra o mercado de capitais

Exuberância ao contrário (Veja, 28.08.02)

Instrumentos para um Mercado de Crédito Imobiliário no Brasil Apresentação PPT para o Sétimo Seminário Perspectivas da Economia Brasileira, Agenda para o Crescimento, Tendências Consultoria Integrada, São Paulo, 29 de Abril 2004.


Notas sobre crowding out, juros altos e LFTs preparado para o seminário patrocinado pela ANBID (2°. Seminário ANBID de Mercado de Capitais) em 09.11.2005 e discutido posteriormente em brainstorming no IEPE- Casa das Garças em 23.11.2005.

O futuro é menos incerto: Regime fiduciário não é influenciado por débitos trabalhistas ou previdenciários que sucedam a sua contratação, escrito em parceria com Alexandre Assolini Mota para a Revista Capital Aberto, edição de janeiro de 2006.

Para entender o crescimento (Época, 25.09.06)

Crescimento? É com o mercado (Época, 06.11.06).

Criação de riqueza (FSP, 21.06.08). 

Os investidores no mercado de ações e as manadas (Valor, 23.12.10). Escrito em colaboração com Miguel Russo Neto.


POLÍTICA INDUSTRIAL: Abertura & multinacionais


The political economy of trade and industrial policy reform in Brazil in the 1990s
CEPAL (ECLAC) Série Reformas de Políticas Públicas 6, 1993 (em parceria com Winston Fritsch) (em PDF)

Brazil and the World Economy in the 1990s: Emerging trade and investment issues Preparado para a conferência "Latin America's Integration into the World Economy: confronting the choices", organizada pelo Inter-American Dialogue, The Brookings Institution, Washington, 18 e 19 de Dezembro de 1991. (escrito em parceria com Winston Fritsch)

Abertura: ainda falta muito (OESP e JB, 04.07.99)

Sururu e rapadura
(OESP e JB, 11.07.99)
 
Franceses, chineses e brasileiros (OESP e JB, 25.07.99)

CADE: seu foco e seu lugar
(OESP e JB, 01.08.99)

Jovens empreendedores e vietcongues (OESP e JB, 24.10.99)

Melancolia (OESP e JB, 06.02.00)

Fragmentos de um discurso nacionalista
(OESP e JB, 27.02.00)

Sobre o nacionalismo (Veja, 29.03.00)


O complexo eletrônico (OESP e JB, 12.11.00)

Califórnia e os patronos do racionamento (OESP e JB, 06.05.01)

Dióxido de carbono e eletricidade (Veja, 20.05.01)

Racionamento racional (Veja, 03.06.01)

Política industrial
(Veja, 07.11.01)

Por uma política não industrial (Veja, 14.04.04). Informe-se sobre as iniciativas do governo no terreno da política industrial no site do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio. E veja amostras do trabalho da Professora Anita Kon sobre o setor de serviços: Atividades terciárias: induzidas ou indutoras do desenvolvimento econômico? e Transformações na indústria de serviços: implicações sobre o trabalho. Não deixe de ver a composição setorial do PIB.
Sobre os resultados dessas iniciativas de política industrial, dois anos depois, vale olhar: o editorial do Estadão Como vai a política industrial (OESP 15.04.06) e também, o artigo de David Kupfer, pesquisador e professor Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, Dois anos de política industrial (Valor Econômico, 05.04.06). Sobre este tema ver Por que o Brasil não Precisa de Política Industrial de Mauricio Canedo-Pinheiro, Pedro Cavalcanti Ferreira, Samuel de Abreu Pessôa, e Luiz Guilherme Schymura Ensaios Econômicos EPGE FGV-RJ, n. 644, Março de 2007.

MAIS ABERTURA JÁ. Artigos recentes sobre possível aprofundamento da abertura: "Custo Brasil" e "Custo Fiesp" (FSP, 09.10.05) de José Alexandre Scheinkman e A abertura inacabada (Valor Econômico ,16.09.05) de Armando Castelar Pinheiro. Veja o artigo de Mailson da Nóbrega Por uma nova abertura unilateral (OESP, 20.08.06)

O protecionismo gourmet
(Época, 02.07.07). Veja também, de Claudio Haddad A viúva, os órfãos e as vítimas (Valor, 28.06.07) e também Burrice? (Valor, 27.07.07).



Mercado e rentismo (FSP, 07.06.08). Veja, sobre o  assunto de "rent-seeking" e política industrial o artigo de Marcelo de Paiva Abreu O parto do Morro de Santo Antônio (OESP,19.05.08), e mais especificamente sobre a nova politica industrial, os artigos de Armando Castelar Política industrial e desenvolvimento (Valor 23.05.08) e Pedro Cavalcanti Uma política ineficaz e regressiva (13.05.08).

Mais um lote de ilusões perdidas (FSP, 02.08.08). Ver também, de Carlos Alberto Sardenberg Algo saiu muito errado (O Globo, 31.07.08). Para uma avaliação equilibrada do que passou em Doha ver, de Luis Felipe Lampreia, As razões para o fracasso de Doha (OESP, 31.07.08). Veja também, de Marcelo de Paiva Abreu Bola murcha (OESP, 11.08.08) e de Rubens Barbosa Nova estratégia comercial externa (OESP, 12.08.08)



Multinacionais

Investimento direto estrangeiro (IDE) no Brasil 1995-2004: “passivo externo” ou “ativo estratégico” ?
Preparado para o número especial da revista “Política Internacional”, editada pelo CIDEC – Centro Interdisciplinar de Estudos Econômicos, em colaboração com o Centro de Estudos das Américas do Instituto de Humanidades da Universidade Cândido Mendes, abril de 2005.

Investimento direto estrangeiro (IDE) no Brasil: passivo externo ou ativo estratégico? Preparado para o volume comemorativo dos 10 anos da SOBEET – Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globalização Econômica, que não logrou publicação.

Foreign Direct Investment in Brazil: recent experience and emerging trends. Apresentação feita na conferência Brasil 2003: a new future, patrocinada pela revista Latin Finance, setembro de 2003 (em PDF).

O investimento direto estrangeiro em uma nova estratégia industrial em J. P. dos Reis Veloso (org.) O Brasil e a Nova Economia Mundial Rio de Janeiro, José Olympio, 1991. (em parceria com Winston Fritsch) (em PDF)

Estratégia industrial e investimento direto estrangeiro em João Paulo Reis Veloso (org.) As Perspectivas do Brasil e o Novo Governo Rio de Janeiro: Nobel, 1990. (em parceria com Winston Fritsch)

Capital estrangeiro e a economia nacional (Veja, 02.02.00) Veja os resultados do Primeiro (ano base 1995) e do Segundo (ano base 2000) Censo de capitais estrangeiros no Brasil,

O segundo censo de capitais estrangeiros no Brasil (OESP 07.07.02) Veja os resultados do Primeiro (ano base 1995) e do Segundo (ano base 2000) Censo de capitais estrangeiros no Brasil.

Multinacionais e exportações (Veja 17.07.02).

Multinacionais brasileiras (OESP, 21.07.02) Veja, a propósito, o artigo citado de Delfim Netto Exportem suas indústrias (FSP, 23.11.94). Anos depois vejam o que se passou, conforme a matéria de Ricardo Grinbaum e Mariana Barbosa Indústrias têxteis tiram Brasil do mapa das novas fábricas (OESP, 01.05.06). Veja o artigo de David Kupfer Internacionalização às avessas (Valor, 31.05.06).

Globalização e poder (Veja, 09.06.04). Não deixe de visitar o site do World Investment Reports, hoje publicados pela UNCTAD, e que trazem as melhores estatísticas e análises sobre o investimento direto global, abrangendo 187 países, incluídos os números sobre as 100 maiores EMNs, e as 50 maiores de economias emergentes.

A maturidade do capitalismo brasileiro (Época, 04.06.07).  Dois editoriais interessantes sobre a internacionalização das empresas brasileiras: Por que investir fora (OESP, 03.06.07) e Internacionalização de empresas ganha força (Valor, 31.05.07). Veja a matéria de Sergio Lamucci e Raquel Landim Investimento externo cresce e atrai mais firmas (Valor, 29.05.07)


US$ 10 bilhões em um mes (Época, 03.08.07).


A globalização e o Brasil (Valor, 30.10.10). Veja o artigo maior, com todas as tabelas, do qual este é resumo, e que será publicado com o título O Brasil e a Globalização na primeira década após o Plano Real: os censos do capital estrangeiro no Brasil 1995, 2000 e 2005 no volume de ensaios em homenagem a Dionisio Dias Carneiro. Ouça um  podcast com o autor sobre o tema,  e veja os resultados de todos os censos diretamente no site do Banco Central.


O Brasil e sua globalização involuntária a propóstio do 4o. Censo de Capitais Estrangeiros no Brasil, ano base 2010, em O Estado de São Paulo (30/06/13)






 HISTÓRIA ECONÔMICA

"Schacht aspectos econômicos Prefácio a Hjalmar Schacht:  Setenta e seis anos de minha vida: a autobiografia do mago da economia alemã da República de Weimar ao III Reich São Paulo Editora 34, 1999.

"Aspects of the Brazilian Experience Under the Gold Standard, com Winston Fritsch  Publicado em Monetary Standards in the Periphery: paper, silver and gold, 1854-1933 Pablo Martín Aceña & Jaime Reis (eds.) Londres: Macmillan Press, 2000. (em PDF)

"A década republicana: O Brasil e a Economia Internacional 1888-1900 com apresentação de Wiston Fritsch. Solicite um exemplar ao IPEA

Reforma Monetária e Instabilidade Durante a Transição Republicana Publicada pelo BNDES, Rio de Janeiro, 1ª edição 1983. 2ª edição, 1987. Veja um curioso comentário de Luis Nassif A revanche do encilhamento (FSP, 05.12.04) e outro ainda mais estranho ao meu texto Rui Barbosa e o Plano Real.

Há cem anos... (OESP & JB, 02.01.00)

Pequena história do câmbio no Brasil (OESP & JB, 23.04.00)

Pequena história do câmbio no Brasil 2 (OESP & JB, 30.04.00)                      
                                                
Jornadas cliométricas (Veja, 06.12.00)

Democracia, ditadura e abertura (OESP, 18.02.01)

O centro, a periferia, e o câmbio  (Veja, 27.02.02)


A economia da República Velha, 1889-1930. Escrito em parceria com Luiz Aranha Correa do Lago para a coleção História Contemporânea da América Latina. Fundação Mapfre, janeiro de 2011. Texto para Discussão, n. 588, Departamento de Economia PUC-Rio, janeiro de 2011.


"História de sempre" artigo sobre a atualidade da Primeira República para a EXAME, 17 de outubro de 2012. Artigo feito a propósito do volume 3 da História do Brasil Nação, 1889-1930: A Abertura para o Mundo".

abertura para o mundo



Rui Barbosa

Introdução ao discurso de Rui Barbosa O Papel e a baixa do câmbio, proferido no Senado em 3 de novembro de 1891. Rio de Janeiro, Editora Reler.

O prometeu da economia Época (11.09.06) Edição especial com a escolha de Ruy Barbosa como o Maior Brasileiro da História. Veja também do próprio Rui Barbosa O Papel e a baixa do câmbio, pela Editora Reler, a reedição de um discurso histórico de Rui, de 1891. A edição patrocinada pela Rio Bravo conta ainda com um prefácio de Gustavo Franco, orelha de Winston Fritsch e quarta capa de José Murilo de Carvalho. Disponível para compra na Livraria Cultura. Uma curiosa controvérsia recente sobre Rui Barbosa. A revista IstoÉ Dinheiro publicou a matéria Ruy Barbosa: ave de rapina?, ao mesmo tempo em que a Istoé deu a Rui Barbosa o título de “Brasileiro do Século”, na categoria “Justiça e Economia”. A premiação foi criticada por Luis Nassif em O brasileiro do século (FSP, 30.10.05). O ex-ministro Paulo Brossard saiu em defesa de Rui em Assim é demais (OESP, 11.11.05), e Nassif respondeu com O financista Rui Barbosa (FSP, 13.11.05) e também Rui Barbosa e os ecos do passado (19.11.05). Veja também um curioso comentário de Luis Nassif A revanche do encilhamento (FSP, 05.12.04) e outro ainda mais estranho ao meu texto (sobre reforma monetária na passagem para a República) Rui Barbosa e o Plano Real (28.05.05)

HIPERINFLAÇÃO

Reformas Fiscais e os Fins de Quatro Hiperinflações Capítulo 7 de O Plano Real e Outros Ensaios, e publicado originalmente em Revista Brasileira de Economia 41(4) Outubro/Dezembro de 1987. Depois republicado em inglês, numa versão revista, com o título "Fiscal Reforms and Stabilization: four hyperinflation cases examined" em The Economic Journal, vol. 100, no. 399, March 1990.

O Milagre do Rentenmark: uma experiência bem sucedida com moeda indexada Capítulo 4 de O Plano Real e Outros Ensaios, e em em Revista Brasileira de Economia 43(3) Julho/Setembro de 1989. Publicado originalmente em Rivista di Storia Economica Second Series Volume 4, 1987. Edição local (em italiano) e na edição internacional (em inglês). Republicado em Barry Eichengreen (ed.) Monetary Regime Transformations Londres: Edward Elgar Publishing Ltd, 1991

"Aspects of the Economics of Hyperinflations: Theoretical Issues and Historical Studies of Four European Hyperinflations of the 1920s" Tese de Doutoramento, Departamento de Economia, Universidade de Harvard, Maio de1986. A versão revista em abril de 1989 tem como título "Hyperinflations: the experience of the 1920s reconsidered". Arquivos PDF individualizados para os capítulos: 1.  General introduction and outline; 2.  Origins and factors; 3.  Adjustment issues; 4.  Inflationary finance (publicado em português em Pesquisa e Planejamento Econômico 18(2) Agosto de 1988); 5.  Inflation and adjustment; 6.  Dollarization; 7.  Fiscal “reforms” (publicado em português em Revista Brasileira de Economia 41(4) Outubro/Dezembro de 1987, veja aqui); 8.  The League schemes; 9.  Poland: the battle of the zloty; 10.  The rentenmark  “miracle” (publicado em português em Revista Brasileira de Economia 43(3) Julho/Setembro de 1989, veja aqui); 11. Epilogue e Bibliography.

DIREITO E ECONOMIA:  regulação e instituições

O JUDICIÁRIO. O Judiciário e a Economia (Veja, 01.09.04). Veja também, a propósito do papel do Judiciário na definição das políticas públicas, dentre outros temas, o Discurso do Ministro Nelson Jobim ao tomar posse na Presidência do Supremo Tribunal Federal (STF). Veja o voto do Ministro César Peluso no julgamento da constitucionalidade da contribuição dos inativos, e veja também o magnífico estudo de Armando Castelar Pinheiro Direito e Economia num Mundo Globalizado: Cooperação ou Confronto? (fevereiro de 2003). Este debate tem a ver com outro, mais específico, conforme revela a matéria de Sheila D’Amorim Ministros encabeçam ações contra ex-presidentes do BC (Na equipe de Lula, que hoje defende proteção a Meirelles, 5 já acionaram Justiça Federal)(OESP, 21.08.04). Veja o comentário de Eliane Cantanhêde sobre o assunto, Eu sou você amanhã, (FSP, 24.08.04) e a matéria de Ronaldo França Culpados por decidir (Ações judiciais atormentam as autoridades mesmo quando deixam o poder) (Veja, 08.09.04).

DIREITO E ECONOMIA. Veja um parecer, intitulado, Os limites da Teoria de Imprevisão: o “revisionismo” fora do lugar debilita o ambiente contratual brasileiro, publicado na Revista de Direito Bancário, Mercado de Capitais e Arbitragem, Ano 10 (35), Janeiro-Março de 2007. Trata dos danos que  interpretações muito amplas do Novo Código Civil podem trazer ao "ambiente contratual" brasileiro.



 MISCELANEA: assuntos diversos

 

O Dinheiro (verbete para o livro de Lu Lacerda "Tudo o que eu já fiz por dinheiro", Editora Objetiva,1997)

Literatura e economia (Veja, 03.11.99)

Remédios: o populismo e o kitsch (OESP e JB, 23.01.00)

O Bem e o Mal (Veja, 24.10.01)

O jornalismo econômico (Veja, 05.12.01)

Política

A patrulha e o "social" (VEJA, 07.06.00)

Será culpa do Itamar? (VEJA, 22.06.00)

O próximo governo (OESP & JB, 12.11.00)

Um grande eleitor (VEJA, 20.12.00)

Convergência (VEJA, 31.01.01)

A economia e o candidato da situação (OESP & JB, 04.02.01)

Medidas provisórias e permanentes (OESP & JB, 11.02.01)

Democracia, ditadura e abertura
(OESP & JB, 18.02.01)

Eleições e a economia: o que pensam os candidatos ? (VEJA, 14.12.01)

A política em tempos de mudança  (Revista Poder, 06.02.02)

O candidato da continuidade (VEJA, 27.03.02)

John Nash e o terrorismo eleitoral (OESP, 09.06.02). para saber mais sobre John Nash e o filme feito sobre ele veja a matéria “Mente Brilhante ignora idéias e economia” de Chris Giles (FSP, 25.02.02). Veja também sua autobiografia no site oficial da Fundação Nobel.

A Sociedade do Privilégio (VEJA, 11.09.02)

Saudades de Fernando Henrique (Veja, 09.10.02)

As eleições e o mercado (Veja, 23.10. 02)

Alternância no Poder (Veja, 06.11.02)

A vez deles (OESP, 10.11.02). A propósito veja o belo artigo de André Franco Montoro Filho A Renegociação das dívidas estaduais
(Jornal da Tarde, 11.11.02)

A social democracia e o Brasil real (Veja,
20.11.02). A propósito, veja também o imperdível artigo do professor Rogério Werneck Avaliando Danos: a melancólica trajetória da candidatura governista (OESP, 25.10.02)

Os dois filhos de Fernando (Época, 24.10.2006). Veja, a propósito deste tema, a magnífica charge de Chico Caruso para O Globo (29.10.2006). Veja, na mesma linha, o belo artigo de Carlos Alberto Sardenberg, O PSDB acabou (O Globo, 02.11. 2006)

Convergência, coalizão e paralisia (Época, 04.12.06). Veja as declarações do presidente na matéria Presidente quer PDT em 'mandato da convergência', de João Domingos, Lisandra Paraguassú (OESP, 29.11.06).


Sobre o "Expurgo" no IPEA, e seu controle por militantes sem compromissos acadêmicos, ver os artigos de Elio Gasperi O comissariado está destruindo o IPEA (FSP, 29.06.08) e de Fabio Giambiagi O IPEA e as instituições (FSP, 29.06.08). 

Medo e ganância (FSP, 19.07.08).

Saudades do PSDB como projeto político nítido (FSP, 28.11.10).  Veja também o texto de Renato Janine Ribeiro O PSDB é hoje uma nau sem rumo Valor Econômico 11.07.2011


Shakespeare e a política no Brasil (uma paródia de uma crônica de Machado de Assis, a famosa "Cena do cemitério"). Veja o texto  que foi publicado na Dicta & Contradicta, e as imagens de personagens da política brasileira e a quem correspondem no universo shakespeariano. A propósito da crônica veja o texto de Claudia Esteves "A Cena do Cemitério: entre Shakespeare e Machado de Assis".

Veja o artigo Outro gigante acordou a propósito das pressões sobre o câmbio e dos protestos de junho de 2013, em O Estado de São Paulo (25/08/13)


O momento da revelação a propósito das consequências do Petrolão sobre os eternos debates sobre a intervenção do Estado no domínio econômico no Estadão  de (20/12/14).


O nome da carta a propósito da nomeação da nova equipe econômica, um novo "estelionato eleitoral", muito benvindo em O Globo e no Estadão  de (30/11/14).


Um domingo para sempre a propósito das eleições presidenciais em segundo turno, e da extraordinária coincidência de term caído no dia seguinte do dia de São Crespim, em O Globo e no Estadão  de (26/10/14).




Patrimonialismo, corrupção, rent seeking e temas afins

Contingenciamento, corrupção e reforma fiscal (FSP, 09.08.92)

Corrupção e lubrificação (Veja, 25.11.99). Veja o comentário do jornalista equatoriano Gustavo Pérez Ramírez Ecuación de la Corrupción em (El Tiempo, Colombia, 04.12.1999)


O código não é factóide (Veja, 30.08.00)

A Sociedade do Privilégio (VEJA, 11.09.02)

Rendas de privilégio, doença nacional (Veja, 23.06.2004). É vasta a literatura sobre “rent seeking”, em si e relacionada com o fenômeno da corrupção. Ver, por exemplo, o estudo Uma análise da corrupção pública a partir da racionalidade e da ação do professor da FAAP Carlos Eduardo Evangelista Mauro. Veja também um pequeno e interessante texto sobre “rent seeking” em Portugal, onde rendas de privilégio são muito populares, de Teodora Cardoso, A Economia das “Rendas”

Mercado e rentismo (FSP, 07.06.08). Veja, sobre o  assunto de "rent-seeking" e política industrial o artigo de Marcelo de Paiva Abreu O parto do Morro de Santo Antônio (OESP,19.05.08), e mais especificamente sobre a nova politica industrial, os artigos de Armando Castelar Política industrial e desenvolvimento (Valor 23.05.08) e Pedro Cavalcanti Uma política ineficaz e regressiva (13.05.08).

Predadores (FSP, 12.07.08).




  CONTATO

Assuntos acadêmicos:
Departamento de Economia da PUC-Rio
Rua Marquês de São Vicente, 225. Gávea Rio de Janeiro RJ Cep: 22453-900

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Centro, Rio de Janeiro, RJ Cep: 20030-021

Palestras, conferências e debates: Palavra ou diretamente em gfranco@palavra.com

Quaisquer outros assuntos pertinentes ao site, ou para contato com o autor, use ghbfranco@uol.com.br

 

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